3 de outubro de 2026
Despedida

Edvaldo confirma que deixa o Kindermann

Técnico da equipe de Caçador volta a Cariacica (ES) por motivos familiares

Por Caçador Online

O técnico do Kindermann/Uniarp/GGNet, Edvaldo Erlacher, em entrevista à Rádio Caçanjurê nesta quinta-feira, 22, falou da sua saída da equipe. Ele afirmou que não está deixando o clube por aceitar outras propostas, mas sim por questões familiares na cidade de Cariacica, Espírito Santo.

De acordo com Edvaldo, foram traçadas metas no início do ano com o Kindermann, as quais não foram alcançadas. Mas de acordo com ele, mesmo com as adversidades, o clube fez uma boa temporada, com várias atletas se destacando.

“Acredito na potencialidade das pessoas, dos dirigentes da equipe e também nas próprias atletas. Creio que no ano que vem, haverá um trabalho mais focado e Caçador irá novamente conquistar importantes títulos do futebol e futsal”, enfatiza Edvaldo.

Para ele, faltou um planejamento de prioridades, pois houve um conflito de datas e muitas competições acontecendo ao mesmo tempo. "Isso acabou esgotando algumas atletas que disputavam outras categorias".

Edvaldo comentou que o primeiro semestre foi tranquilo, já ao contrário do segundo quando aconteceram várias competições.

“Eu tenho muito orgulho de Caçador, admiro o povo daqui. Permaneci aqui quase 10 anos e fiz muitas amizades. Agradeço o carinho de todos e quando puder estarei na cidade visitando os amigos que aqui deixo”, finalizou.

Na entrevista Edvaldo disse ainda que, em conversa com o presidente Salesio Kindermann, sugeriu o nome de Agnaldo Pelegrini para comandar o time em 2013. "É um homem de caráter e que evoluiu muito. Tenho certeza que é um bom nome e que vai conseguir fazer um trabalho correto", disse.

Por fim, Erlacher comentou que fez uma reunião com as atletas e pediu a elas que permaneçam no Kindermann. "É um projeto que eu tenho certeza que vai ser grande. E quero dizer também que não saio para dirigir outra equipe que seja concorrente de Caçador, não me imagino nessa situação. E quem sabe um dia eu possa voltar", conclui Edvaldo, que além de retornar para perto da família deve continuar no comando da Seleção Brasileira sub 17 feminina.

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