Por seis votos a três, a Câmara Municipal de Caçador rejeitou o Projeto de Lei Complementar que dispõe sobre a criação, organização, funcionamento e atribuições da procuradoria-geral do município de Caçador. A segunda votação aconteceu na sessão desta quarta-feira, 21.
Os votos favoráveis foram dados pelos vereadores Neri Vezaro (PMDB), Marcos Creminácio (PT) e Wilson Binotto (PDT). Já os vereadores Jorge Savi (PSD), Vilso Soares (PDT), Adilson Estanislowski (PMDB), Alcedir Ferlin (PMDB), Itacir Fiorese (PP) e Rubiano Schmitz (PP) votaram contrários.
Ao justificar o voto favorável, vereador Marcos Creminácio destacou a importância do setor dentro da administração municipal, salientando esclarecendo que o projeto extingue uma função gratificada para a criação do cargo de assessoramento, sendo que a oscilação de valores com a criação desta nova função seria pequena no ponto de vista orçamentária.
Ex-assessor jurídico da prefeitura na gestão do ex-prefeito Saulo Sperotto, o vereador Rubiano foi contrário a proposta justificando que não existe a necessidade desta função. “Não é preciso um assessor para o gabinete, o que precisa é vontade de trabalhar”, encerrou.





