3 de outubro de 2026
Prefeitura

Pesquisa comprova preferência por turno único

Além disso, gastos eram menores quando o funcionamento era das 13h às 19h

Por Caçador Online

Uma pesquisa realizada comprovou a preferência da comunidade em relação ao horário de funcionamento da Prefeitura de Caçador. Os dados, apresentados na sessão desta segunda-feira, 14, fazem parte da resposta a um requerimento encaminhado pelo vereador Antonio Rubiano Schmitz (PP), solicitando informações acerca da aceitação popular e os acréscimos financeiros da mudança.

De 173 contribuintes que responderam à enquete, 12% gostaram do horário atual, mas a maioria, 88%, prefere os trabalhos das 13 às 19h, como era anteriormente. Já dos servidores públicos que responderam ao questionamento, 16% apenas aprovam o atual horário e a maioria, 84%, prefere a carga horária antiga.

“Isso comprovou a preferência das pessoas que utilizam os serviços da Prefeitura e dos próprios servidores, até mesmo na questão do rendimento do trabalho”, enfatizou o vereador.

Rubiano afirmou que vai fazer uma indicação para que o seu pleito, da volta ao horário único, das 13h às 19h, seja atendido. “Farei isso também em uma conversa com o prefeito Saulo Sperotto”, completou.

“A resposta ao requerimento apenas comprovou o que já era do conhecimento de todos, de que algumas despesas dobraram o seu valor e outras até mesmo triplicaram, fato que prova que aquele horário antigo era de uma administração realmente em crise, justificativa para ter sido implantado anteriormente”, disse Rubiano, lembrando que foi este o questionamento feito na época.

Gastos aumentaram
Os gastos, segundo o relatório encaminhado pela Prefeitura ao vereador Rubiano, aumentaram consideravelmente com a mudança do horário.

As despesas com a Celesc, em igual período de 2009, somaram R$ 19.300,00. Já em 2010, chegaram a R$ 25.570,23. Com a Casan, os gastos no ano passado foram de R$ 1.967,00 e, neste ano, R$ 2.142,08. O maior aumento ficou com os materiais e gêneros, que eram, em 2009, de R$ 3.192,30 e, em 2010, R$ 14.488,46.

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