O vereador Marcos da Silva Creminácio (PT) criticou a maneira como foram escolhidos os cursos do Instituto Federal de Ensino Tecnológico (IFET/SC). Segundo ele, a área têxtil é a que menos paga em Caçador, além do município ter como base econômica a agricultura e a madeira.
“Poderiam ter sido implantados cursos nestas áreas, como a de tecnologia da madeira ou mesmo no campo agropecuário”, afirmou.
Ainda, segundo ele, o que mais assusta é que serão formados profissionais que vão receber os salários mais baixos de Caçador. “Acredito que é possível rever isso junto ao IFET para dar também outras opções para os caçadorenses”, argumentou.





