A vereadora Sirley Ceccatto realizou nesta sexta-feira, 12, uma visita à Direção do Hospital Maicé. Acompanhada da secretária de Saúde, Loely Belaver, o objetivo foi estudar alternativas para a saúde caçadorense.
Dentre os assuntos discutidos estavam a Ala Psiquiátrica do Jonas Ramos e a transferência da Clínica de Maternidade para o Maicé. De acordo com a visita realizada pela vereadora in loco, as obras da nova instalação estão a todo vapor. “O espaço para a Clínica de Maternidade é excelente, amplo e trará mais comodidade às pacientes”, disse Sirley.
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Referente à ala psiquiátrica todo o possível será feito para que o atendimento continue em Caçador, mas existem legislações que impedem a instalação desta ala no Maicé. “Segundo Laudos Técnicos é proibida a internação psiquiátrica no Maicé, além de não contarmos com estrutura física para isso”, explicou Dircema Lopes Duarte Alberti, gerente administrativa do Hospital.
O assunto plantão também foi foco da conversa. Segundo a Direção Hospitalar é preciso ajuda de custo para manter este serviço. “O plantão presencial do Jonas Ramos nós não queremos tirar, mas os custos disso é responsabilidade também do Poder Público”, frisa Dircema.
Sirley levantou que desde que foi implantado o Plantão do Jonas o número de morte pré-matura de bebês caiu drasticamente.
Presente na reunião, Lola solicitou à Direção do Hospital um levantamento de custos e se comprometeu em analisar a situação, como também buscar alternativas para melhorar essa situação. “Vamos ouvir todas as necessidades e trabalhar para ajudar. Por isso, preciso da planilha de custos geral e o compromisso e responsabilidade do Hospital”, esclareceu a Secretária.
Para finalizar, Sirley reforçou o comprometimento da Câmara de Vereadores de Caçador com a causa. “Estive com o presidente da Casa, Darci Ribeiro, ainda hoje e ele reforçou que está comprometido e vai assumir esta bandeira. Contem conosco”.
Dados
Hoje, 80% do atendimento geral do Hospital Maicé é demanda do SUS. Há 17 anos que a tabela de repasse ao SUS não tem reajuste da União. 70% do atendimento do Maicé não é emergência.





