O secretário regional Gilberto Comazzetto recebeu nesta quinta-feira (30) o ouvidor-geral do Estado, Ivo Vanderlinde, e o coordenador da Ouvidoria, Marlei Rinaldi, na SDR Caçador que vieram ao município para realizar a segunda reunião de avaliação do Sistema Administrativo de Ouvidoria do Governo do Estado. O objetivo do encontro foi avaliar o sistema de ouvidoria implantado no Governo há um ano.

Participaram da reunião os ouvidores setoriais das SDRs de Caçador, Joaçaba, Campos Novos, Videira e Curitibanos, além de Cidasc e Casan. A Ouvidoria Geral do Estado foi criada para ser um canal de representação do cidadão, para receber, encaminhar, cobrar providências dos diversos órgãos do Governo. O sistema conta com uma rede de ouvidores setoriais espalhados nos órgãos da administração direta, autárquica e fundacional que se comunicam por sistema, on-line.
A ferramenta utilizada pela Ouvidoria fornece transparência ao processo fornecendo ao cidadão o número de atendimento e a senha para o acompanhamento. Assim, a trajetória da reivindicação pode ser acompanhada, passo a passo. Os catarinenses podem se manifestar através do site www.ouvidoria.sc.gov.br, do e-mail ouvidoria@ouvidoria.sc.gov.br, telefone: 0800 644 85 00 (ligação gratuita) ou pessoalmente nas secretarias regionais.
Vanderline explica que a Ouvidoria Geral é um sistema integrado. Todas as reclamações, à SDR ou à central em Florianópolis, serão encaminhadas aos responsáveis. Uso indevido do bem público, abuso de autoridade, preconceito ou demora no atendimento são alguns exemplos em que o cidadão deve fazer a denúncia. “Todos os órgãos públicos do Estado tem ouvidores. Para nós gestores da administração pública, é um ótimo canal de interação para ver onde estamos falhando ou acertando”, diz o Comazzetto.
A população deve estar atenta para usar o serviço da ouvidoria apenas para questões de competência do Governo do Estado. Buracos de rua e iluminação pública, por exemplo, são responsabilidades dos municípios “A ouvidoria é um instrumento de democracia participativa, pelo qual a comunidade poderá dizer onde vê erros dentro do sistema governamental”, encerra o Vanderline.





