3 de outubro de 2026
Terreno

Câmara busca alternativa para estacionamento

Por Ass. Imp. Câmara Municipal

Depois de o terreno ao lado da Câmara de Vereadores ter sido doado para entidades no ano passado, a busca do Legislativo foi por alternativas para estacionamento. Segundo o presidente da Casa, Jorge Savi, a questão envolve a segurança de todos os que usam o prédio, ocupado diariamente para encontros e discussões, além das reuniões dos vereadores.

Um encontro com os representantes da Celesc, Receita Federal e CREA foi realizado na tarde desta terça-feira, 19, visando analisar as possibilidades de se mudar o local da construção das suas sedes, que estariam destinadas ao imóvel vizinho da Câmara.

Entretanto, as três entidades garantiram que não podem reverter a situação, já que estão com projetos e licitações em andamento. O CREA, por exemplo, deve iniciar a construção imediatamente, já que até mesmo a entrega da ordem de serviço já aconteceu. “Fizemos o projeto para ocupar esta área que nos foi doada”, garantiu Alexandre Boskovik, da ADEAC.

“Não temos mais nem tempo para procurar outro terreno para a construção, já que a empreiteira estava aguardando a nossa definição, que saiu nesta semana”, assinala.

Para a Receita Federal, a situação fica ainda pior, já que o processo de doação está em um órgão responsável pelos bens federais, em Brasília. “Não temos mais como reverter, mesmo que se afirme que nos será doado outro imóvel”, garantiu Jean Marcelo Terhorst, represente do órgão Federal.

Para a Celesc, a situação está no mesmo patamar, já que a dotação orçamentária está liberada, faltando apenas licitar a empreiteira para a construção. “Nosso projeto está até mesmo em exposição já em nosso escritório”, salienta José Carlos Espíndola, representante da empresa. “Esperamos 34 anos para que isso fosse concretizado e agora que temos a liberação, não podemos deixar escapar”, assinala.

Alternativa foi sugerida

Uma alternativa sugerida no encontro foi de se utilizar os terrenos ao fundo da Câmara de Vereadores. De acordo com o presidente Jorge Savi, esta será a solução para a questão. “Vamos analisar os meios para conseguirmos usufruir este espaço”, salienta.

Savi ainda destaca que a maior preocupação é com a sociedade que vai utilizar o prédio da Câmara. “Como temos uma rua de muito movimento e com estacionamento escasso, isso pode causar grande perigo. Por isso, vamos providenciar uma saída para esta questão”, assinala o presidente, se referindo aos diversos eventos realizados na Câmara, em que até mesmo o terreno ao lado, quando usado como estacionamento, fica lotado.

Projeto para transformar a rua Fernando Machado, em frente à Câmara, em mão única, também será estudado.

Mais notícias