Os vetos do prefeito Saulo Sperotto à Lei Orçamentária Anual foram aprovados na sessão desta segunda-feira, 17, da Câmara de Vereadores. Para que fossem reprovados eram necessários 6 votos, que se definem como a maioria absoluta.
Mesmo com a leitura e votação individual de cada um dos 6 vetos do prefeito, a oposição conseguiu apenas 5 votos (os vereadores petistas Marcos Creminácio e Antonio Gilberto Gonçalves, os peemedebistas Beto Comazzetto e Alcedir Ferlin e Jorge Savi do PPS) – o presidente, Deoclides Sabedot (PMDB) não vota. Os argumentos dos vereadores do PT e PMDB foram embasados na questão simples de que quem perde com os vetos é a comunidade, pois os recursos aplicados nas emendas seriam destinados a entidades e outras secretarias, como a de Agricultura.

“Existem projetos que contaram até mesmo com a participação da base aliada do prefeito Sperotto, como é o caso de uma anulação que contempla a agricultura, com o vereador Sérgio D’Agostini (D25)”, enfatizou o vereador Marcos da Silva Creminácio (PT). “O prefeito está tirando do agricultor e é de se estranhar que ele vete um pedido da sua própria base”, lembra o petista.
Sperotto vetou todas as emendas feitas pelos vereadores, que incluíam anulações orçamentárias de locais como o Gabinete do Prefeito e destinavam para entidades.
Comazzetto fez questão de salientar que as verbas que foram destinadas para a Fundação Municipal de Esportes foram um pedido do presidente, Cláudio Granja, em uma conversa informa.





