O caçadorense Carlos Jaco Glemboski está prestes a realizar um sonho: disputar os Jogos Paraolímpicos Rio 2016. O atleta, de 26 anos, é um dos integrantes da seleção brasileira de vôlei sentado e espera contar com a torcida da família, que mora em Caçador, para colocar uma medalha olímpica no peito.
Carlos, que tem encurtamento da perna direita, pratica vôlei sentado desde a juventude e há seis anos deixou Caçador para ser atleta da modalidade. Seu primeiro clube oficial foi o Sesi (SP). Atualmente ele joga pelo time da Unilehu, de Curitiba.
“Estou muito feliz por esse momento. É a realização de um sonho. Quase explodi de alegria quando fui convocado. Agora estou treinando firme para fazer o melhor possível na quadra”, conta o caçadorense, que já disputou o Mundial da modalidade no Irã e recentemente um torneio na Bósnia.
“Fiquei dois anos afastado da seleção, mas sempre acreditei no meu potencial. Agora no último torneio na Bósnia joguei bem e garanti a vaga”, comemora.
Carlos está em São Paulo em período de treinamento e deve embarcar para o Rio de Janeiro em agosto. As Paraolimpíadas acontecem em setembro.
“Ainda esse mês teremos uma folga e quer ir a Caçador ver meus pais, meus avós, meu filho de seis anos e toda a família. Quero compartilhar esse momento com eles”, afirma Carlos, que acredita em conquistar uma medalha. “O Brasil é o segundo do ranking mundial de vôlei sentado”.
Nas Paraolimpíadas a seleção vai encarar na primeira fase Estados Unidos, Alemanha e Egito. No outro grupo estão os maiores rivais dos brasileiros: Irã e Bósnia.







