3 de outubro de 2026
3ª Divisão

CAC perde o primeiro jogo da decisão

Time de Caçador saiu na frente, mas levou a virada depois da expulsão de Evandro

Por Caçador Online

Caçador Atlético Clube e Biguaçu começaram neste domingo a decisão do Campeonato Catarinense da 3ª Divisão. Mesmo com o Estádio Municipal lotado, quem levou a melhor foi o time visitante ao vencer por 2 a 1. O CAC até saiu na frente, mas ficou com um jogador a menos no segundo tempo e o Biguaçu conseguiu a virada.

O jogo

Sob sol forte, o jogo começou bastante disputado no setor do meio campo. Aos poucos o Biguaçu foi crescendo na partida e com mais posse de bola chegou a ameaçar o gol do CAC. Gilberto teve bastante trabalho, mas antecipou bem as jogadas aéreas e lançamentos.

O domínio do confronto mudou de lado a partir da metade do primeiro tempo, quando o Tricolor chegou a gol. Hédipo cobrou o escanteio e o zagueiro Thiago marcou de cabeça. 1 a 0. O gol animou os caçadorenses que passaram a pressionar o adversário. Carlos, Hédipo e Saddan obrigaram o goleiro Nei a fazer defesas difíceis. Edno carimbou a trave num chute de longa distância.

Na segunda etapa o técnico Rogério Prateat recuou Saddan e Carlos, deixando apenas o jogodor Linha no ataque. A tática não deu certo e o Biguaçu começou a pressionar. Pasa entrou no lugar de Henrique. Mas o lance determinante veio aos 15 minutos. Evandro perdeu a bola, fez falta e levou o segundo amarelo, sendo expulso de campo.

Com a desvantagem numérica, o time do litoral foi pra cima e chegou ao empate. Zé Neto subiu na primeira trave e mandou de cabeça pro fundo da rede. 1 a 1. O CAC fez mais uma alteração, saindo Linha e entrando Felipe. No entanto, foi aproveitando o buraco no setor defensivo dos donos da casa que o Biguaçu achou a virada. Rafael foi lançado, driblou o goleiro e tocou para o gol vazio: 2 a 1.

Prateat ainda tentou mudar a história do jogo trocando Carlos por Gean Michel. Mas a alteração não surtiu efeito. Antes do apito final Saddan e Hédipo quase empataram, este último em cobrança de falta no ângulo que o goleiro Nei salvou com a ponta dos dedos.

“A expulsão do Evandro foi determinante para a derrota. Fizemos um bom primeiro tempo, perdemos de ampliar o placar, e na segunda etapa pagamos o preço de jogar com um a menos. O time sentiu a expulsão, se desorganizou e só conseguiu voltar a pressionar no final”, avalia Prateat.

Para o treinador, o CAC tem condições de reverter a situação. “Já jogamos duas vezes em Biguaçu e fomos bem. Assim como eles ganharam aqui nós podemos ganhar lá”, comenta.  Para a finalíssima, no próximo domingo, 18, o Tricolor terá a volta do zagueiro Josué e do volante Piter.  Os caçadorenses precisam vencer no tempo normal e também na prorrogação.

CAC: Gilberto. Thiago, Diego e Junior. Henrique (Pasa), Hedipo, Edno, Evandro e Carlos (Gean Michel). Saddan e Linha (Felipe).

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