Um exemplo de superação e desportividade, assim pode ser resumido o 2º Campeonato Brasileiro de Handebol em cadeira de rodas, realizado em Caçador de sábado (8) até esta terça-feira (12). Quatro categorias estavam em disputa e no último dia os campeões levantaram os troféus no Ginásio Jorge Thomé.
Na categoria Mista (homens e mulheres) e Feminina, sendo duas competições distintas, houve repetição nos pódiuns. O título nas duas categorias ficou com a Unipar (Toledo-PR), seguidos pelo Clube Roda Solta (Itajaí-SC) e em terceiro a Unicamp (Campinas-SP).
Unipar Toledo - misto
Unipar Toledo - feminino
Na categoria Masculina B, para atletas com lesão de medula, a equipe da Polícia Militar do Rio de Janeiro levou a melhor, tendo a Unicamp como vice-campeã e em terceiro Francisco Beltrão-PR.
Polícia Militar do Rio de Janeiro - masculino B
Na categoria Masculina A, para atletas amputados, onde a força e locomoção são superiores aos demais, o título ficou com os rapazes de Cianorte-PR. Na vice liderança aparece o Clube Roda Solta, de Itajaí, e na terceira posição mais um troféu para a Unipar Toledo.
Cianorte-PR - masculino A
Caçador competiu na categoria A e ficou na sexta posição, o que para os professores foi uma excelente participação, visto que a equipe caçadorense treina há pouco tempo e participa agora de seu primeiro campeonato.
Equipe caçadorense
Após a premiação, o presidente da Associação Brasileira de Handebol em Cadeira de Rodas, Décio Calegari, anunciou e chamou à frente os atletas pré-convocados para as seleções brasileiras em todas as categorias.
“Tivemos uma estrutura muito boa em Caçador e fomos todos muito bem acolhidos pela cidade. A Fundação Municipal de Esportes não mediu esforços para realizar um evento de primeira linha e por isso também agradecemos a eles”, declarou Calegari.
Décio Calegari e Beto Ferraz
O presidente da Associação ainda apresentou-se entusiasmado com o crescimento do esporte. Tivemos um crescimento no número de equipes participantes em relação ao primeiro campeonato brasileiro no ano passado, e ainda existem outras que já estão despontando mas não puderam vir. Isso mostra a força do handebol em cadeira de rodas no Brasil”, define.





