Eliminado do Campeonato Estadual de Futsal da 1ª Divisão, o Napoli/UnC/Caçador avalia o trabalho realizado.
De acordo com o presidente da equipe, Adriano Rodrigo Schmitz, a derrota em Ibirama por 7 a 3 não foi a responsável pela desclassificação. “Lamentamos a eliminação, mas sabemos que a perda de pontos em jogos anteriores para equipes de menor expressão, assim como o empate na cidade de Pinheiro Preto por 10 a 10 influenciaram em nossa queda”, afirma, salientando que no jogo dos 20 gols, equipe foi prejudicada pela arbitragem.

“Estes pontos perdidos, se fossem somados, permitiriam tranquilamente a derrota para a equipe de Ibirama. Se olharmos a classificação geral e da segunda fase por índices técnicos, nas duas o Napoli ficaria entre os oito melhores no Geral e em sexto na segunda fase, ficando à frente de equipes classificadas como a Chapeconse, Seara e Inter de Lages”, explicou Schmitz.
Pela frente, a equipe tem os jogos regionais em outubro em Caçador e também os Jogos Abertos de Santa Catarina.
Fato lamentável
Segundo o presidente do Napoli, o fato lamentável do último jogo foi o clima criado pela Comissão Técnica e jogadores da equipe de Ibirama. “Desde a chegada do Napoli na cidade, não houve nenhuma cordialidade. Fomos recebidos com um clima hostil, palavras de baixo calão, torcedores embriagados criando situações complicadas e tentando nos intimidar”, conta Schmitz.
O presidente revela ainda que até a filmagem foi proibida, bem como a tentativa de intimidar a torcida caçadorense, encurralando em certo momento. “Não queriam entregar as chaves dos vestiários, jogaram fogos de artifício nos corredores ao nosso lado e dentro do ginásio durante a partida, ao lado dos bancos dos atletas e jogadores da equipe do Ibirama que não participavam do jogo, jogavam objetos em nós”, salienta, afirmando que são fatos que não fazem parte de uma partida de futsal.
Schmitz destacou, no entanto, o fato positivo que foi a Policia Militar do local, que a todo momento deu condições necessárias para que a equipe de Caçador pudesse entrar e sair do ginásio em segurança. “Inclusive, tendo que agir com força maior contra a própria torcida do Ibirama que tentava nos agredir”, finaliza o presidente.





