Dois caçadorenses, Márcio Magueroski e Moacir D’Agostini, fizeram bonito e ficaram em segundo lugar na 1ª etapa do Campeonato Catarinense de Paraquedismo 4way, disputado Governador Celso Ramos, no litoral. Ao todo, participaram cerca de 100 pessoas. Este é o campeonato mais disputado do mundo.
De acordo com Moacir, esse tipo de modalidade exige ao máximo do atleta, já que em apenas 35 segundos no ar, é preciso fazer o máximo de figuras determinadas por um juiz que fica no solo e depois analisa as filmagens.

“As figuras tem que estar exatamente conforme a determinação do juiz. Se algum estiver com o ‘grip’ errado, o ponto é inválido”, assinala, explicando que “grip” significa segurar no lugar certo. “Se é na perna, tem que ser lá. Se é no braço, também. Não pode estar invertido”.
“Representar o nosso município é sempre muito bom, pois tenho feito isso há mais de 14 anos em eventos estaduais, nacionais e até internacionais”, destaca Moacir.
Falta de patrocínio é problema
Entretanto, a falta de patrocínio é um dos problemas apontados pelo paraquedista. Segundo ele, mesmo sem nenhum treinamento, se chegou ao segundo lugar. “Imagine se tivéssemos treinado. Conseguiríamos um resultado melhor”, garante.
Moacir salienta ainda que no final do ano acontece o Campeonato Brasileiro. “Queremos ir para mais esta competição, mas somente se tivermos um planejamento de treinamento. Caso contrário, não vamos”, finaliza.
Saltos em Caçador
Magueroski destaca que nos próximos dias 4 e 5 de julho haverá saltos em Caçador. Segundo ele, os interessados poderão fazer o curso teórico nas sextas-feiras.
“As pessoas que quiserem mais informações, podem nos procurar. Trata-se de um esporte muito seguro e emocionante”, afirma.
Informações podem ser obtidas pelo fone 9922-9299.





