Enquanto a diretoria do Caçador Atlético Clube agiliza as contratações e corre atrás de reforços, o time prioriza a preparação física. O grupo está treinando em dois períodos, duas horas pela manhã na academia e duas horas à tarde no campo. O técnico Júlio César da Silva se diz satisfeito com o trabalho realizado até agora.

“Essas últimas semanas foram especificamente de trabalhos físicos com o professor Alexandre, que é um ótimo profissional e tem a confiança dos jogadores. O clima no grupo está ótimo e isso me dá uma tranqüilidade maior”, afirma Júlio César. Ele comenta também que o grupo estabeleceu um código de postura que prevê multa para indisciplinas nos treinamentos como atrasos, por exemplo.
Apesar dos poucos coletivos realizados até agora, o treinador já tem uma idéia do time que vai mandar a campo. “Algumas posições eu já tenho nomes em potencial que podem ser titulares. Mas isso vai depender do desempenho dos próprios atletas. A briga por posições é normal e benéfica ao time. Também estamos na expectativa de novas contratações”, diz Júlio César.
O treinador não esconde que a principal necessidade do momento é a contratação de um zagueiro, um goleiro e jogadores de meio campo. “Precisamos de um goleiro para disputar posição com o Garça, o Jefinho deve ser o lateral direito, o João Paulo lateral esquerdo, o Fabrício volante, o Edivaldo meia, e a dupla de ataque Alcione e Copelinho”, revela Júlio César.
Segundo ele, no início do mês de junho haverá uma grande melhora do time, com a apresentação dos uniformes, dos patrocinadores e o acerto de mais contratações. Depois devem vir os amistosos. “Estamos esperando a confirmação de cinco amistosos, contra Capinzal, Anita Garibaldi, Figueirense, Criciúma e Metropolitano. Precisamos saber como está o time para estrear com o pé direito na Divisão Especial”, coloca.
O CAC estréia no dia 13 de julho, em casa, contra o Joaçaba. “Espero apresentar bem o time ao torcedor e contar com o apoio de todos. Se o CAC quer subir precisamos ser imbatíveis em casa e buscar pontos fora”, finaliza Júlio César.





