3 de outubro de 2026
Indústria

Aguiar e Seleme tomam posse para segundo mandato na Fiesc

Dentre as autoridades que prestigiaram a solenidade estavam o governador e a vice-governadora

Por Ass. Imprensa Fiesc

Nesta quinta-feira, 12, tomou posse a diretoria da Federação das Indústria de Santa Catarina (Fiesc), liderada pelo industrial Mario Cezar de Aguiar, tendo como 1° vice-presidente, o industrial Gilberto Seleme. Por unanimidade, Aguiar e Seleme foram reeleitos no dia 25 junho para a gestão 2021-2024. A chapa única foi reeleita com a aprovação de todos os sindicatos industriais que votaram. A mesa diretora também é composta pelos industriais: Edvaldo Angelo, diretor 1º secretário; Ronaldo Baumgarten Júnior, diretor 2º secretário; Alexandre D’Ávila da Cunha, diretor 1º tesoureiro, e Rita Cássia Conti, diretora 2ª tesoureira.

Participaram do encontro lideranças empresariais e políticas. Entre elas, o governador Carlos Moisés da Silva; a vice-governadora, Daniela Cristina Reinehr; o presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC), desembargador Ricardo Roesler; a presidente do Tribunal Regional do Trabalho em Santa Catarina (TRT-SC), a desembargadora Maria de Lourdes Leiria; 1° vice-presidente da Alesc, deputado Nilso Berlanda; o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-SC), Adircélio de Moraes Ferreira Júnior; o vice-presidente executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Glauco José Côrte, e o presidente da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas (FETIMMMESC), Ewaldo Gramkow. O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, participou por vídeo, a partir de Brasília.

Ao defender na noite desta quinta-feira o fortalecimento da indústria na geração de riquezas, Mario Cezar de Aguiar explicou que essa escolha ocorre por dois motivos. O primeiro é a oportunidade. Santa Catarina possui empresários audaciosos e a indústria de transformação mais diversificada do Brasil. O outro é o desenvolvimento socioeconômico. Nenhum setor da economia colabora tanto para o crescimento quanto a indústria. Onde há indústria, há qualificação de trabalhadores, inovação, tecnologia, dinamismo e progresso”, explicou Aguiar.

Para auxiliar a indústria, ao longo desta gestão serão aplicados R$ 510 milhões em recursos próprios e com apoio da CNI, podendo até mesmo superar esse valor, com a inclusão de novos projetos. A prioridade é a educação, área em que o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) têm décadas de contribuição inestimável à indústria e à Santa Catarina.

O presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, disse que o fortalecimento do setor industrial sempre foi a prioridade da Fiesc. É fundamental para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. A indústria tem um papel estratégico na geração de emprego, renda, paga os melhores salários e é decisiva para a expansão dos demais segmentos. Em Santa Catarina, a indústria tem uma participação de quase 27% no PIB do estado. É um dos mais altos do país”, afirmou ele que participou de forma virtual.

Em seu discurso, o governador Carlos Moisés destacou as adversidades trazidas pela pandemia, mas salientou que foi um período de muita união. “Venho aqui reafirmar a vontade do governo de manter o diálogo para que nossas escolhas sejam sempre mais acertadas e melhores para os catarinenses”, declarou, chamando a atenção para a importância de investimentos em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. "Elegemos como prioridade a infraestrutura e sabemos que é uma pauta da indústria catarinense", afirmou, lembrando que o governo catarinense tem investido nas rodovias estaduais, mas encontra desafios na realização de projetos.

Ele disse ainda que há um esforço para investir nas rodovias federais pela importância delas como corredores logísticos, a exemplo das BRs 470, 280, 163, 282 e 285. Além disso, Moisés reconheceu que há uma crise hídrica, e que é preciso destravar investimentos, especialmente na área de geração de energia. Em relação ao gás natural, o governador informou que junto com o presidente da Fiesc estará nesta sexta-feira, 13, na sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, para tratar da questão do suprimento deste insumo para SC.

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