3 de outubro de 2026
Em Brasília

Lideranças caçadorenses no Encontro Nacional da Indústria

Empresários Gilberto Seleme e Leonir Tesser participaram do evento

Por Ass. Imp. Fiesc

A Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC) lidera delegação de 90 empresários e representantes de sindicatos de indústria filiados à entidade ao 10º Encontro Nacional da Indústria (ENAI), o mais representativo evento empresarial da indústria brasileira, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Fazem parte da delegação os empresários Gilberto Seleme, vice-presidente Regional da FIESC e Leonir Tesser, vice-presidente da Associação Empresarial de Caçador (ACIC) e presidente do Conselho Consultivo do Hospital Maicé.

O evento acontece nesta quarta e quinta-feira (11 e 12), em Brasília. O grupo é liderado pelo presidente da Federação, Glauco José Côrte, que também será um dos debatedores do painel “Os cenários da economia brasileira” junto com o ex-presidente do Banco Central, Henrique Meirelles.

Com o tema “Brasil: ajuste e correção de rota”, o evento reunirá cerca de 2 mil participantes e abordará os desafios para a economia e a produtividade e o contexto global pós-crise. Também debaterá as mudanças da competitividade da indústria brasileira e a sua inserção nos principais mercados mundiais.

Além do presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, participará da abertura do evento o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, falará sobre os desafios atuais da economia brasileira. O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton encerrará o ENAI, na quinta-feira, às 10h.
 
Equilíbrio fiscal

Na avaliação da CNI, o controle efetivo e duradouro dos gastos públicos depende, especialmente, da eliminação de mecanismos automáticos e obrigatórios de aumento de despesas, como a vinculação de gastos e a indexação automática de benefícios ao salário mínimo. Outro ponto fundamental para o equilíbrio das contas públicas é a reforma da Previdência Social.

Para contribuir com a pauta de redução dos custos, a CNI reuniu 120 medidas de baixo impacto fiscal que podem ser implementadas em paralelo ao ajuste das contas públicas. Essas ações, que são decisivas para reduzir a insegurança jurídica e a burocracia, estão reunidas no documento Regulação e Desburocratização, já entregue ao governo.

A expectativa da indústria é que o Poder Executivo e o Congresso Nacional superem as divergências políticas e estabeleçam uma pauta que recoloque o país na rota do crescimento. As empresas também precisam fazer sua parte, propondo soluções para os obstáculos ao crescimento e aperfeiçoando a gestão das empresas para aumentar a produtividade e os investimentos em inovação e oferecer ao mercado produtos de mais qualidade a preços mais baixos.

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