3 de outubro de 2026
Casa própria

CAIXA contrata imóvel na planta em Caçador

Por Assessoria de Imprensa da Caixa

A Caixa Econômica Federal assina nesta segunda-feira, 28, contratos de financiamento do programa Minha Casa Minha Vida - Imóvel na Planta para o Residencial Sevilha, que está em construção na Rua Sebastião Carneiro, 77 – bairro Bom Jesus, em Caçador. O investimento será de R$ 6,7 milhões, financiado com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para 78 famílias, no Programa Minha Casa Minha Vida e da  caderneta de poupança da CAIXA, para duas famílias.

O evento acontecerá às 19h no Restaurante Di Fratelli e contará com a presença dos mutuários beneficiados.

O Residencial Sevilha terá 79 apartamentos de aproximadamente 51 metros quadrados e com dois quartos e sacada. Terá também 01 apartamento de 40 metros quadrados com um quarto. Todas as moradias têm sala, cozinha, área de serviço e banheiro, além de uma vaga de estacionamento. O condomínio tem ainda 2 elevadores, salão de festas com 12 Churrasqueiras.

O empreendimento está sendo construído pela Fortt Empreendimentos Imobiliários, num terreno de 3.386 metros quadrados. As obras já iniciaram e a previsão de entrega das chaves é de 24 meses. Durante a construção, o mutuário paga apenas o juro e o seguro do financiamento e começa a amortizar o saldo devedor no momento em que recebe o imóvel pronto. O prazo de amortização pode chegar a 300 meses. 

Imóvel na Planta, uma opção segura
A compra de um imóvel ainda na planta, financiado pela Caixa Econômica Federal, tornou-se, nos últimos tempos uma das opções atrativas para as famílias conquistarem sua casa própria. Com prazo de amortização do financiamento que pode chegar a 30 anos e juros menores para a população de menor renda, a prestação mensal chega próximo ao valor de um aluguel.

Segundo o gerente regional de construção civil da CAIXA, Dilso Maximino Deitos, “financiar imóvel na planta através da CAIXA é absolutamente seguro, pois, além da aprovação do projeto técnico pelos engenheiros, existe o seguro de término de obra, o que garante que ao final do prazo de construção, o imóvel será entregue ao mutuário”.

A CAIXA enfatiza que um dos principais cuidados que a pessoa deve ter ao aderir ao um projeto de imóvel na planta, é ver se o projeto foi aprovado pela engenharia da CAIXA. "Somente é autorizada a utilização da marca CAIXA após a aprovação do projeto pela sua área de engenharia e jurídica", alerta o gerente regional.

Segundo Deitos, financiar um imóvel que está na planta, traz vários benefícios ao mutuário. "Na comercialização do imóvel, o seu preço de venda é estabelecido pela construtora, no entanto a CAIXA faz a avaliação do valor do imóvel, baseado no valor de mercado que ainda não traz incorporado a valorização que vai acontecer depois de pronto", destaca o executivo.

"Além disto, durante a construção, a família paga somente o juro do financiamento, seguro  e taxa de administração, quando houver, sendo que a amortização começa após a entrega do imóvel, garantido pela CAIXA. Isto alivia para quem paga aluguel, além de garantir o saldo devedor original estável à data da contratação", enfatiza. Outra vantagem, citada pelo gerente, é a analise do projeto e o acompanhamento da obra pelo setor da engenharia da CAIXA. "Verificamos padrões mínimos de qualidade na construção, além da observância de aspectos ambientais, documentais e legais", informa.

Para operar no programa Imóvel na Planta, a construtora deve aderir ao Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat (PBQP-H), que exige padrões mínimos de qualidade na construção civil.  A questão ambiental também é objeto de exigências da Caixa: a madeira usada na construção deve ser de origem legal e a documentação das autoridades ambientais deve estar completa para o projeto ser aprovado.

"A estabilidade econômica do país, a melhoria da renda da população, a maior oferta de imóveis para as classes "C" e "D", a ampliação do prazo para 30 anos e redução dos juros nos financiamentos habitacionais, são fatores que trazem otimismo e contribuem para que a classe trabalhadora possa realizar o sonho da casa própria", aponta Deitos.

Investimento em Habitação
No oeste de Santa Catarina, a Caixa fez 8.736 financiamentos habitacionais em 2011, no valor de R$ 426 milhões. Além disso, foram feitas mais 8.279 operações para compra de material de construção, através do Construcard com aplicação de R$ 44,14 milhões.

Em Caçador, incluindo estes 80 contratos, neste ano de 2011 já foram beneficiadas 256 famílias com financiamento habitacional para compra ou construção de casa própria com liberação de R$ 24,34 milhões. Soma-se a isso, mais 883 operações de Construcard – para reforma e ampliação - no valor de R$ 3,42 milhões, totalizando investimento da CAIXA no setor da construção civil na ordem de R$ 27,7 milhões.

Mais notícias