3 de outubro de 2026
Confecção

CDL faz doação para o Bem-Estar

Por Caçador Online

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Caçador fez uma doação de mil peças infantis femininas à Secretaria do Bem-Estar Social. A confecção ficou por conta das alunas do curso intensivo de capacitação em máquinas de overloque, reta industrial e galoneira, do projeto Hering.

Este curso tem a duração de 45 dias, 160 horas e englobou 20 alunas, sob supervisão do Instituto Federal de Santa Catarina IFSC. Este curso conta com a parceria da Prefeitura de Caçador, da CDL, empresas do ramo de confecção do projeto Hering, Sindicato Patronal de Confecções e Artefatos de Couro e as empresas Daniela Tombini e Hering, que doam o material talhado para o treinamento e capacitação.

“Estamos felizes em contribuir para o desenvolvimento de Caçador com a geração de emprego e renda e também contribuir com a parte social. Voltaremos a fazer novas doações porque o curso de capacitação de costureira vai ter continuidade. É uma junção de esforços que resulta em dois objetivos: a capacitação profissional e a ação social”, explica a presidente da CDL, Leila Romão.

Ainda, de acordo com ela, a taxa de desemprego em Caçador, conforme dados oficiais é de 12,20% da população economicamente ativa e um estudo feito pela CDL constatou que a solução imediata para o desemprego seria o segmento de vestuário.

“Porque para se abrir uma empresa do ramo de confecção, o valor do investimento é baixo, em torno de R$ 30.100,00, com a aquisição de 12 máquinas, financiável pela linha do PROGER em até 48 meses, gerando 10 empregos em cada célula de produção”, acrescenta Leila.

Entretanto, a presidente da CDL diz que o único problema é a falta de mão de obra qualificada, e, “é isso que estamos buscando do poder público”. “A Prefeitura é parceira pagando as duas instrutoras do curso, o sindicato Patronal do Vestuário de Caçador doou cinco máquinas e a Câmara de Dirigentes Lojistas que fornece o material e os insumos para  o treinamento, e mais 10 máquinas, mais as parcerias com as empresas Daniela Tombini e a Hering que fornecem o talhado”, lembrou Leila.

Mesmo assim, Leila diz que não é o suficiente. “Esse curso forma a cada 45 dias, 20 pessoas, com 160 horas e são certificadas pelo IFET. Para suprir a falta de costureiras, o curso tem que se estender para a parte da manhã, à tarde e à noite. Faltam também as máquinas industriais e eletrônicas para o curso ser completo”, finalizou a presidente.

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