O auditório do Senac em Caçador recebeu na noite de terça-feira (19) o workshop “Como a Pequena Empresa pode Lucrar com a Inovação”, com realização do Sebrae. O objetivo era expor aos micro e pequenos empresários o conceito de inovação nas empresas, que deve ser seguido para que o negócio não pare no tempo. O encontro foi direcionado principalmente para o ramo moveleiro caçadorense.
O evento ocorreu de forma interativa, com resposta às principais perguntas dos empresários, apresentando “cases” de sucesso e depoimento de empresários que obtiveram bons resultados com a inovação.
O palestrante da noite foi Heitor José Pereira, doutor em Administração pela Fundação Getúlio Vargas, professor universitário no eixo Curitiba – São Paulo e consultor do Sebrae.
De acordo com ele, o aumento da competitividade e as mudanças tecnológicas precisam ser adaptadas pelos pequenos e micro empresários, mas adverte, que o pensamento também deve estar voltado ao novo.

“A inovação é antes de tudo uma mudança na cabeça do próprio empresário, observando as mudanças e assim conseguindo resultar em lucratividade e melhor atendimento ao cliente”, explica.
Na palestra foram abordados temas como, inovação em serviços, em marketing, na organização, na gestão e no processo de fabricação do produto.
“Temos que mostrar, que a inovação tecnológica não é apenas para as grandes empresas, pois para inovar, não é necessária alta tecnologia ou muito dinheiro. A inovação pode ser até mesmo na nossa vida pessoal. Atitudes pró-ativas dos empresários, bom relacionamento com o ser humano, seja funcionário ou cliente. O empresário tem que ser um líder, e precisa de visão inovadora para isso”, declara Heitor Pereira.
O presidente da Associação das Micro e Pequenas Empresas (Ampe), Ibrahim Socreppa, que para a organização deste evento representou a Fampesc, destaca que a inovação é praticamente uma obrigação para quem deseja permanecer no mercado.

“Partindo dos novos conceitos de inovação, concluímos que é impossível o desenvolvimento e até mesmo a sobrevivência da empresa se não inovar permanentemente”, salienta, argumentando ainda que não adianta buscar o conhecimento para depois não colocar as idéias em prática.





