4 de outubro de 2026
Queda

Balança comercial caçadorense recua em 2009

Dados apresentados pelo Governo Federal apresentam retração de 28%

Por Caçador Online

Mesmo em meio à estabilidade brasileira, o cenário de incertezas de uma economia global golpeada pela crise financeira influenciou negativamente o desempenho da balança comercial dos municípios catarinenses em 2009.

Em Caçador, o recuo chegou a 28%. Mesmo assim, o município ocupa a 11ª posição no estado e a 137ª no país. Em 2008, somada a movimentação da economia caçadorense em operações relacionadas ao comércio exterior chegava a US$ 143.557.343 milhões. No ano passado, esse montante atingiu US$ 102,333 milhões. Os números são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

A exportação caçadorense em 2008 foi de US$ 125,1 milhões, contrapondo-se aos US$ 95,9 milhões em 2009. Até as importações reduziram. O que há dois anos chegava a US$ 18,3 milhões, em 2009 foi de apenas US$ 6,3 milhões.

No estado
De acordo com o levantamento, Itajaí, mesmo com queda de 7% em relação a 2008, segue folgada no topo da lista. Ao todo, a capital portuária do Vale movimentou US$ 5,90 bilhões. As exportações somaram US$ 2,62 bilhões. Mesmo com retração de 11,5%, os números garantiram à cidade a conquista de duas posições no ranking nacional – é agora a 11ª colocada entre os exportadores.

Joinville aparece na segunda colocação, com movimentação de US$ 2,05 bilhões. Jaraguá do Sul (US$ 830,02 milhões) e Blumenau (US$ 755,89 milhões) mantiveram, respectivamente, a terceira e quarta posições da lista. Florianópolis figura na quinta posição, com US$ 501,48 milhões e uma característica peculiar. Ao contrário das outras quatro, as operações relacionadas ao comércio exterior da capital catarinense se resumem principalmente às importações, que chegaram a US$ 483,13 milhões.

A maioria absoluta das cidades catarinenses diminuiu o volume de exportações. A queda mais significativa, no entanto, foi a de São Francisco do Sul. Em 2008, a cidade exportou US$ 506,47 milhões.

No ano passado, este volume caiu para US$ 150,28 milhões – um tombo de 71%. O resultado fez com que o saldo (diferença entre exportações e importações) do município ficasse negativo em US$ 38,05 milhões, muito ao contrário do registrado em 2008, quando o superávit atingiu US$ 360,05 milhões.

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