3 de outubro de 2026
Mudança

Horário de verão termina no próximo domingo

Por Caçador Online

Depois de 126 dias em vigor, o horário de verão (HV) termina à zero hora do próximo domingo, dia 21. Os moradores de Caçador e Região deverão atrasar os relógios em uma hora.

Os dados preliminares do ONS indicam redução de 4,4% na demanda (115MW) e 0,5% na energia (12 MWmédios) na área de concessão da Celesc Distribuição.

Na edição anterior (de 19 de outubro de 2008 a 15 fevereiro de 2009) houve redução de 4,28% na demanda do sistema elétrico na área de concessão da Celesc Distribuição. No horário de ponta, entre 18h30 e 21h30, esses valores corresponderam a uma demanda de 122,5 MW ao longo de todo o período do horário de verão.

História
O procedimento é adotado durante o verão porque os dias são mais longos, em função da posição da Terra em relação ao Sol, daí o nome em português, espanhol, alemão e outras línguas. Em inglês, o termo "Daylight saving time" (Horário de economia com luz do dia, em tradução livre) enfatiza a função prática, enquanto no idioma italiano "Ora legale" (Hora legal) destaca o caráter institucional da medida.

A idéia de adiantar os relógios para aproveitar melhor as horas de sol foi lançada em 1784 nos Estados Unidos por Benjamin Franklin, numa época em que ainda não existia luz elétrica. Mas sua idéia não foi adotada pelo governo norte-americano. O primeiro país a adotar oficialmente o horário de verão foi a Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial.

No Brasil, o horário de verão é adotado todos os anos desde 1985. Inicialmente nacional, a abrangência foi reduzida até que, em 2003, atingiu a atual, sendo adotado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Até 2007, a duração e a abrangência geográfica do horário de verão eram definidas anualmente por decreto da Presidência da República. É designado pela sigla BRST (Brazilian Summer Time).

Principais benefícios do Horário de Verão (dados do Operador Nacional do Sistema – ONS)
Geração térmica evitada: R$ 30 milhões. Economia avaliada através da geração térmica evitada na UTE Santa Cruz, que tem impacto sobre o Encargo de Serviço de Sistema (ESS), e que, por sua vez, reflete na tarifa de energia elétrica para o consumidor.

Ampliação da segurança operacional do sistema: Redução dos carregamentos nos troncos de transmissão da energia elétrica, refletindo em melhorias no controle de tensão, maior flexibilidade operativa para realização de manutenção em equipamentos do sistema de transmissão e redução de eventuais cortes de carga por emergência nos horários de ponta, proporcionando aumento da confiabilidade no atendimento ao consumidor.

Mais notícias