Buscando alavancar ainda mais o crescimento do setor, a Associação das Micros e Pequenas Empresas (Ampe), terá reuniões com os segmentos, para levantamento da situação das empresas e planejamento das futuras ações usando as ferramentas do associativismo.
Algumas iniciativas já ficaram definidas. Estão incluídas a participação de todos os integrantes dos Núcleos de Papelarias, Panificadoras. Gráficas, Serralheria, Confecção, Clicheria, Farmácia e Empreendedores, nos cursos que serão ministrados gratuitamente, com o apoio da Prefeitura.
Serão cerca de 60 participantes, que terão acesso a informações das mais diversas. Os cursos terão duas fases: teórica e prática. "Tudo aquilo que for ensinado teoricamente será colocado em prática na empresa com assessoria da equipe da Ampe", garante o presidente da Ampe, Ibrahim Socreppa.
Na programação, está a Gestão Financeira, que compreende todos os elementos que influenciam no resultado e a Gestão de Pessoas, incluído recrutamento e seleção de pessoal de forma científica. Além desses, ainda estão inclusos a Gestão de Processos e de Associativismo.
Estas matérias serão ministradas pela equipe da Ampe: Francielle Murer (administradora de Empresas com especialização em consultoria e auditoria Empresarial), Indianara Farias Pereira (administradora de Empresas com especialização em Psicologia Organizacional), Jairo Conceição Lima (Contador e ex-auditor federal, diretor da Consultoria JCL) e Paula Zardo Stachelski (psicóloga organizacional e do trabalho, que é a coordenadora dos Núcleos).
De acordo com o presidente da Ampe, os cursos terão duração de 20 horas teóricas e implementação na empresa. O início será no dia 18 de agosto de 2008. "Após este treinamento, teremos reuniões periódicas para o levantamento de problemas e as ações correspondentes", afirma Socreppa.
"Este é um passo decisivo para o crescimento dessas empresas, com a preparação básica e a utilização das ferramentas do associativismo", acrescenta Socreppa.
"Inicialmente, a formação desses núcleos serve para que adquiram sustentabilidade e maturidade de gestão, para posteriormente serem transformados em Redes com CNPJ próprio. Este é um modelo de desenvolvimento econômico que prestigia, desperta e valoriza as potencialidades locais", assinala o presidente, destacando que desta forma, se oportuniza o crescimento com parcerias e ganha espaços com competitividade e lucratividade.
"Queremos que Caçador seja ainda mais forte, como centro fornecedor para toda a região. Não adianta ficarmos nos digladiando aqui internamente. É importante ampliar a nossa abragência de mercado", completa Socreppa.





