3 de outubro de 2026
SINPESC

José Adami toma posse como presidente do Conselho de Administração

Por Assessoria de Imprensa do SINPESC

O Sindicato das Indústrias de Celulose e Papel de Santa Catarina empossa sua nova diretoria amanhã, em Lages. Flávio Martins continua na presidência do Sinpesc.

O conselho de administração conta com representantes das principais empresas do setor. Entre eles, estão José Adami, da Adami, que ocupa a presidência do conselho, Sadi Carlos de Oliveira, da Kalbin, Paulo Roberto Pizani, da Iguaçu Celulose e Júlio André Ruas Tedesco, da Tedesco. Durante a cerimônia de posse, o diretor geral do Grupo Klabin, Miguel Sampoul Pou, fará uma palestra para os empresários catarinenses ligados ao setor.

De acordo com o presidente, Flávio Martins, o objetivo do conselho é ser um instrumento de apoio à diretoria para as decisões de maior repercussão nas empresas associadas. “É devido a isso que foram convidados todos os presidentes das empresas mais representativas na economia catarinense”, afirma.

“O sindicato está revestido de expressiva importância na economia catarinense e brasileira em face à pujança de suas empresas associadas que representam no segmento de celulose e papel de alta resistência, o que existe de melhor qualidade no Brasil, além de Santa Catarina constar com o maior produtor brasileiro”, completa.

As 30 maiores empresas de papel e celulose do Estado são filiadas ao Sinpesc. Entre elas estão a Klabin, a Iguaçu, a Irani, a Rigesa, a Tronbini e a Tedesco. Em Santa Catarina são cerca de 150 empresas. A expectativa do setor é de que o ano de 2008 seja positivo, com crescimento entre 4% a 5%. O diretor-presidente do grupo Imaribo, Paulo Pizani, explica que, atualmente, o preço do produto está aumentando no exterior.

“Apesar disso, ainda há muitos problemas enfrentados pelo setor, principalmente para as empresas que só exportam, por causa da situação do câmbio. Dependemos muito da exportação, já que não existe muito espaço no mercado interno para crescimento”, argumenta.  Santa Catarina tem hoje grande representatividade no mercado interno, principalmente no que se refere à produção de fibra longa, proveniente do pinus. A matéria prima é usada para produzir papéis resistentes, principalmente embalagens.

Desafios
Flávio Martins, presidente do Sinpesc, destaca que uma das metas do sindicato para os próximos anos é trazer para os quadros associativos os pequenos empreendimentos na área de artefatos de papel e papelão. “É um nicho importante que tem crescido em índices superiores à média nacional”, explica. 

Outro desafio é desmistificar a visão que muitos têm do setor como uma atividade poluidora e devastadora de florestas. “Precisamos mostrar aos consumidores que o setor é plenamente consciente de seus compromissos com o meio ambiente e detém as maiores reservas de Santa Catarina de árvores nativas devidamente preservadas. Os produtores utilizam para a produção da celulose madeira plantada e colhida para essa finalidade”, destaca Martins.

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