3 de outubro de 2026
Destaque

Adami, Viposa, Tedesco, e Reunidas entre as 300 maiores do Sul

Por Caçador Online

As empresas Adami, Viposa, Tedesco, e Reunidas estão entre as 300 maiores do Sul do País, segundo ranking divulgado pela revista Expressão no final do ano passado. O estudo, da Fundação Getúlio Vargas, avaliou o faturamento e o lucro no ano de 2007.

A Adami Madeiras é a melhor colocada do Município, ficando com a 38ª posição. A Viposa vem em seguida, na 59ª posição. O destaque foi para o crescimento da empresa de couros e peles, o maior das 4 de Caçador, com um total de 21,47%, ante a avaliação do estudo anterior, em 2003.

Em terceiro lugar, a Tedesco, apresentou uma queda no crescimento de 7,88%. No entanto, fechou o período com um lucro de R$ 1,7 milhões. A Reunidas, no setor de transporte, apresentou um crescimento de 6,12%.

No estado
Segundo o estudo, Santa Catarina viu crescer em 44,4% o número de empresas bilionárias de 2003 a 2007. O Clube do Bilhão, formado por empresas com faturamento acima de R$ 1 bilhão, tem atualmente 13 integrantes. Eram apenas nove em 2003. Seu faturamento somado, que era de R$ 22,7 bilhões, passou para R$ 37,9 bilhões, um aumento de 66,8%.

No estudo, os dados revelam também que houve uma grande diversificação nos setores que abrigam empresas bilionárias. Eles eram apenas três e passaram para oito diferentes áreas.

De acordo com o Ranking das 300 Maiores Empresas do Sul, em 2007, as empresas catarinenses com faturamento superior a R$ 1 bilhão são: Bunge Alimentos (R$ 9,7 bilhões), Sadia (R$ 6,7 bilhões), Perdigão Agroindustrial (R$ 4,5 bilhões), Weg Equipamentos Elétricos (R$ 2,4 bilhões), Celesc (R$ 2,4 bilhões), Tractebel (R$ 2,4 bilhões), Coopercentral (R$ 1,7 bilhão), Seara (R$ 1,6 bilhão), Vega do Sul (R$ 1,5 bilhão), Tupy Fundições (R$ 1,5 bilhão), Agrenco (R$ 1,1 bilhão), Tigre (R$ 1 bilhão) e Weg Exportadora (R$ 1 bilhão).

O mesmo ranking produzido há cinco anos trazia apenas nove empresas catarinenses na lista das bilionárias: Bunge (R$ 7,4 bilhões, Sadia (R$ 4 bilhões), Perdigão (R$ 2,9 bilhões), Tractebel Energia  (R$ 1,3 bilhão), Celesc (R$ 1,7 bilhão), Eletrosul (R$ 1,6 bilhão) Seara (R$ 1,4 bilhão), WEG (R$ 1,1 bilhão) e Embraco (R$ 1 bilhão).

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