Uma testemunha do assassinato a Celoir Ribeiro, de 25 anos, moradora do Ulysses Guimarães, afirmou que chegou a chamar a Polícia Militar para atender o fato, mas nenhuma viatura apareceu no local.
Em entrevista à rádio Caçanjurê, na tarde desta sexta-feira, 16, a moça, que não quis se identificar, contou que estava saindo com Celoir por um carreiro quando um homem saiu do meio do mato e a agarrou. “Eu corri e liguei para a Polícia imediatamente”, disse ela, que tem a chamada registrada no seu celular às 12h24 de quarta-feira, 14.
A testemunha contou ainda que conhecia Celoir e que estava indo junto com ela para pegar uma carona e ir a uma consulta médica, no centro da cidade. “Não consegui ver o rosto dele, mas era moreno, com o cabelo crespo, estava sem camiseta e de calça de moletom escura”, descreveu a moça, que disse estar muito assustada com o fato.
Na Polícia, segundo ela, chegaram a dizer que poderia ser o esposo de Celoir, mas “eu conhecia ele e disse que não era”.
“Eles ficaram de passar no local, mas eu esperei mais de meia hora e ninguém apareceu”, contou a testemunha.
Segundo ela, o homem arrastou Celoir de forma violenta e jogou ela no mato. “Ela pedia socorro e dizia que tinha família. Pelo jeito dele, não é morador das redondezas, mas é o mesmo que já esteve na semana passada por ali”, revelou a testemunha.
Ela ainda alertou a PM para que fiquem mais atentos quando forem chamados, porque a comunidade precisa deles.
ENTENDA O CASO
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