Inconstitucional
A Lei dos Ruídos, instituída em Caçador desde o ano 2000 e que previa a fiscalização por zonas, foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal em junho deste ano. A questão foi levantada na Câmara Municipal pelo vereador e advogado Rubiano Schmitz.
Esta mesma lei embasou ações da PM, quando até mesmo o equipamento de som de alguns veículos foi retirado. “Infelizmente, se hoje as pessoas ingressarem na justiça, poderão reaver os seus equipamentos e ainda ingressar com ação contra o Estado”, explicou.
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Mesma situação pode acontecer com a lei que proíbe as bebidas alcoólicas, que também seria inconstitucional.
Saúde
Que está bem complicada a situação da saúde de Caçador, isso é fato. Agora, parece que todas as falhas chegaram a um gargalo que necessitam, com urgência, de soluções. Na tarde desta quarta-feira, a presidente da Câmara, Sirley Ceccatto, foi chamada no posto de Saúde Central para vivenciar o caos que se encontrava no local: mais de 90 pessoas aguardavam para serem chamadas, algumas para marcar exames e outras, apenas para retirar os resultados.
Somente depois da chegada dela, mais duas servidoras foram direcionadas para o local pela Secretaria de Saúde. A questão é a seguinte: faltam servidores para atender a comunidade na área da Saúde ficando, na sua maioria, sobrecarregados. Isso pôde ser visto nesta tarde, no Posto de Saúde Central.
Ou se toma medidas urgentes, ou o caos implantado neste setor ficará ainda pior.
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Várias pessoas estavam no local mais de uma vez porque, das outras, não foram atendidas. A cena mais chocante foi de uma mulher que, ao ter seu nome chamado para o atendimento, levantou as mãos para os céus e bradou: “Obrigada, meu Deus!”. Era a terceira vez que ela estava lá.
Visita
O presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Santa Catarina (CREA-SC), engenheiro agrônomo Raul Zucatto visitou a Universidade Alto Vale do Rio do Peixe (UNIARP) nesta quarta-feira, 19.
Adelcio Machado, Raul Zucatto, Gilberto Seleme e Moacir Salamoni
Ele foi recebido pelo presidente da UNIARP, engenheiro Gilberto Seleme, pelo diretor geral administrativo Moacir José Salamoni, reitor Adelcio Machado dos Santos, vice-reitor acadêmico Anderson Antonio Martins, vice-reitor de Administração e Planejamento Almir Granemann e pelos coordenadores de cursos Luiz Augusto Grando Padilha (Agronomia e Engenharia Sanitária e Ambiental) e Everaldo de Castro (Engenharia Civil e Engenharia de Controle e Automação). Zucatto parabenizou a Universidade pela estrutura e pelos cursos nas áreas das Engenharias, reforçando a importante parceria entre as duas instituições.
Denúncia
Leitor do Portal Caçador Online encaminha denúncia por e-mail. Segue, abaixo:
“A prefeitura através do CREAS vem coagindo e forçando os educadores sociais da casa de semi-liberdade a mais de um mês a trabalharem sem folga (de domingo a domingo), o pior em escalas de 12 horas diárias seguidas, inclusive sem pagar as horas extras. Isso é um absurdo e contra todas as leis da CLT que conheço, quase que trabalho escravo e nem um órgão anteriormente informado, inclusive Ministério Público tomou providencias até agora. Por quê!?”
Faixas de pedestres
Leitora da coluna encaminha e-mail com a sua indignação pela falta de respeito dos motoristas pela faixa de pedestres.
“Na Rua Fernando Machado, temos duas faixas sinalizadas de pedestres, feitas especialmente para atender às questões de acessibilidade de pessoas com necessidades especiais, dificuldade de locomoção, e pobres mortais como nós que estamos em plenas condições de saúde e locomoção.
A questão é: uma área destinada para passagem de pedestres parece mais uma pista de corrida, acredito que passar nessas faixas é como “roleta russa”, ou algum esporte radical, passar em tempo recorde, os motoristas andam em velocidade absurda, não respeitam a sinalização e o pior se você parar corre o risco de baterem atrás do seu veículo e ainda ficam buzinando, fazendo sinais “delicados” com as mãos pelos vidros dos carros.
Ontem mesmo, uma senhora, moradora da rua, ficou mais de 10min (sim eu marquei!) para conseguir passar, um motorista gentil parou no lado direito, entretanto os que vinham na outra via, não entenderam o recado mesmo, e continuavam passando e esta senhora esperando.
Tenho minha avó que mora comigo, uma senhora de 88 anos, e fiquei pensando se fosse ela naquela situação, se acontecesse algo mais grave pela imprudência, melhor não pensar... mas não precisa ter idade ou dificuldade de locomoção para comprovar o desrespeito, eu mesma posso ficar mais de 10min para tentar passar e nem um veículo parará, como de fato tem ocorrido.
De quem é a responsabilidade? Da falta de respeito dos motoristas, da pouca fiscalização municipal? Eu faço a minha parte e os demais cidadãos motoristas, pedestres? Será que ninguém vai ficar velho? Cadê o respeito que aprendemos na nossa infância?
Eu sou apaixonada pela minha cidade, cresci e vivo aqui com muito orgulho, mas coisas como essas me deixam indignada. Quem sabe a Guarda Municipal ou Policiamento fica uma tarde aqui só para averiguar a situação, tem penalidade para isso?”