3 de outubro de 2026
Rafael Seidel

14/09/2011

Por Rafael Seidel

Fically solta o verbo
Itacir Fiorese (PP), o Fically, soltou o verbo na sessão desta terça-feira, 13, na sessão da Câmara Municipal. Se referindo aos gloriosos e tão falados buracos das ruas de Caçador, ele salientou que demorou muito para o secretário Darci Ribeiro dos Santos ter começado as obras. “Até que enfim foram começadas as obras, mas se deveria fazer de boa qualidade”, completou.

Fically solta o verbo 1
O vereador salientou ainda que os canteiros da cidade estão abandonados. Citando a praça da Imbuia, na Vila Paraíso, ele exemplificou que o mato está tomando conta.

Os buracos
Pouco é preciso falar dos buracos, que são sim, hoje a maior reclamação, não minha, mas de todos os caçadorenses. Dois exemplos do caos: a rua 25 de março, ao lado do Paulo Schieffler e a Adelmir Pressanto, próximo da Uniarp.

Os canteiros
Que esta crítica seja considerada construtiva: aqueles pneus coloridos, atrás da Fundação de Cultura, na grama do Parque Central, estão destoados com a lógica apresentada para o local. Ficaram isolados, parecendo algo que foi simplesmente jogado ali.

O PSD
E o PSD em Caçador ainda tem gerado muitos comentários nos bastidores da política local. A preocupação dos partidos aliados é enorme, pela força que promete surgir a nova sigla.

O PSD 1
Aliás, o PSD vem para ser o novo mesmo. Com integrantes das mais variadas correntes, deve ter a vereadora Sirley Ceccatto à sua frente, mas agregando militantes dos mais variados partidos políticos, com uma chapa fortíssima para as eleições do ano que vem.

O PSD 2
E o número do PSD deve ser o 55.

Saúde
Se realmente funcionar, a proposta do prefeito Imar Rocha de colocar mais um médico no plantão do Maicé se mostra como uma grande tacada de mestre. Os caçadorenses merecem um atendimento de qualidade no Maicé, porque a situação atual é uma vergonha mesmo.

Novos partidos
O Ministério Público Eleitoral (MPE), por meio de pareceres da vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau, opinou pelo indeferimento dos registros do Partido dos Servidores Públicos e dos Trabalhadores da Iniciativa Privada (PSPB) e do Partido Democrático Vida Social (PDVS). Para o MPE, as legendas em formação não cumpriram os requisitos legais para obtenção do registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Novos partidos 1
Ao opinar sobre o pedido de registro do PSPB, a vice-procuradora-geral eleitoral salientou que a Lei do Partidos Políticos (Lei nº 9.096/1995) "contempla duas fases distintas na criação de novas agremiações políticas". A primeira seria a constituição civil, perante um cartório de registro de pessoas jurídicas do Distrito Federal, e a segunda, junto à Justiça eleitoral, para a coleta de assinaturas de eleitores que apoiam a criação da nova legenda.

Para Sandra Cureau, no pedido de registro do PSPB "não houve cumprimento integral das formalidades referentes a essa primeira etapa".

"A certidão do cartório do registro civil deveria atestar o cumprimento das exigências do art. 8º, da Lei 9.096/95, sobretudo no concernente ao número mínimo de fundadores e sua qualificação, distribuídos pelo número mínimo de Estados. Isso era necessário, mormente quando se percebe que o requerente [PSPB] não juntou a ata de fundação nem a relação de fundadores", destacou a representante do MPE.

Quanto à etapa de coleta de assinaturas de eleitores, Sandra Cureau salientou que, "apesar de sinalizar com sua organização em 27 unidades da Federação, o partido juntou decisões comprobatórias de registro de diretórios apenas nos Estados de Goiás, Pernambuco e Rondônia".

Por fim, a vice-procuradora-geral eleitoral manifestou-se de forma contrária à abertura de um prazo de 90 dias para que o PSPB pudesse regularizar a documentação. Segundo o MPE, o prazo legal é de 10 dias, nos termos da Resolução nº 23.282/2010 do TSE.

Novos partidos 2
Quanto ao pedido de registro do PDVS, o MPE opinou desfavoravelmente, uma vez que a legenda em formação "nem sequer cumpriu a primeira etapa de sua criação". "A documentação que instrui o processo é composta de cópias de atas de difícil compreensão. O documento obrigatório melhor redigido é o estatuto, que não foi inscrito no registro civil", destacou Sandra Cureau ao opinar sobre o indeferimento do registro do PDVS.

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