Faíscas, fogo e bicho pegando
O bicho pegou na política caçadorense. Desde o início da manhã desta quinta-feira, 31, dia das convenções, os caciques estão buscando os melhores acertos. Uma figura já conhecida teria vindo de Florianópolis para determinar a coligação entre o DEM e o PMDB. O ex-prefeito, Fernando Driessen estaria costurando os acertos, onde sairiam Alcedir Ferlin, como candidato a prefeito, pelo PMDB e Wilson Binotto, pelo DEM, como vice.
Entretanto, segundo as gloriosas e quase infalíveis (detalhe: “quase”), esta ação seria isolada, por conta própria, sem a autorização do governador Raimundo Colombo, que estaria isento do processo eleitoral em Caçador.
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Contam ainda outras fontes do Além que na mesma viagem, vinda de Florianópolis, estaria o secretário de Infraestrutura, Valdir Cobalchini.
Consenso
Outra possibilidade que está sendo ventilada e é a mais provável, é uma chapa composta pelo DEM e pelo PP, mantendo base do governo alinhavada, sem mexer muito na estrutura do executivo.
Darci Ribeiro e Wilson Binotto, do DEM, e Rubiano Schmitz e Itacir Fiorese, do PP, vão levar os nomes para os seus diretórios decidirem na noite de hoje.
Com isso, a base governista se mantém unida, contando com o apoio do PSDB e do PPS.
Oposição
A Oposição estaria com a questão mais definida. O PMDB conta com 3 vereadores, dos quais, um será candidato a prefeito. O mais provável é Alcedir Ferlin, que tem uma vasta experiência legislativa e encontraria desta forma, a mais fácil de se chegar à Prefeitura.
Por outro lado, o PT está correndo isolado. A possibilidade de apoiar o PP, em caso de racha da base aliada, seria mínima, mesmo com a grande afinidade existente entre o petista Marcos Creminácio e Rubiano Schmitz.
No caso de uma candidatura aliada ao PMDB, seriam 4 votos. A não ser que alguém do lado governista roa a corda ou que haja duas candidaturas por lá, não existe chance para a Oposição vencer.
Oposição 1
E o vereador Adilsão? À boca pequena, chegou-se a cogitar que ele poderia ser o candidato do PMDB, para não “fritar” nenhum dos outros integrantes do partido.
Oposição 2
Outra possibilidade ventilada está no fato de existir um empate entre os candidatos. Lembrando que, como trata-se de uma eleição, o presidente é votante, como os outros vereadores. Neste caso, haveria um segundo turno. Se o empate persistir, a eleição é decidida pela idade: o mais velho dos candidatos a prefeito leva. Nas rodas de conversa, chegou-se a cogitar o nome de Onélio Menta, pelo PMDB, para que, se houvesse o empate, seria vitória na certa.