Frase do dia
“Para acabar com a incompetência, não adianta diploma”.
Solução
Com a implantação do novo Pronto Atendimento, no antigo hospital Jonas Ramos, a Prefeitura de Caçador está, aos poucos, buscando amenizar a situação da saúde no município. O problema não é apenas local, mas sim nacional. Além desta iniciativa, onde o atendimento está setorizado, o objetivo maior é ir em busca da implantação do Centro de Especialidades, que vai funcionar como uma referência regional.
R$ 10 milhões em recursos podem ser destinados ainda em 2011, pois já estão orçados. Os trabalhos estão sendo realizados pela equipe da Prefeitura, em busca da elaboração de um bom projeto. O prefeito Saulo Sperotto pretende copiar uma ideia que existe em São Paulo, que é originária da Espanha.
A outra expectativa é com relação à vinda da Udesc, com cursos na área de saúde, que sanaria, em meia década, o problema da falta de profissionais, que hoje deixa os gestores de cabelo em pé.
O “porém” é que nada disso vai acontecer de uma hora para a outra, mas que assim que tudo for viabilizado, Caçador com certeza se tornará uma referência positiva em todo o estado de Santa Catarina quando o assunto for saúde.
Projetos
A Fundação Municipal de Cultura lançou edital para propostas culturais. Os interessados podem consultar o site www.diariomunicipal.sc.gov.br. As propostas devem ser entregues até o dia 28 de fevereiro.
Atendimento
Leitora do Portal Caçador Online faz uma denúncia com relação ao atendimento prestado na Delegacia. Segue na íntegra: “Gostaria de fazer uma denuncia sobre a falta de profissionalismo de algumas pessoas da nossa cidade. Hoje fui a delegacia para tirar a foto para a habilitação e como sempre fiquei na fila. Depois de algum tempo um senhor chega e espera também, mas depois de um tempo ele entra na sala e fala com o profissional que tira as fotos e volta para a fila dando risada e falando para duas pessoas que estão com ele, que ele tinha dito para o tal profissional que tinha recebido uma ligação urgente e que precisava ir embora logo. As duas pessoas olham para ele e falam (sic) o que adianta você vai ter que esperar a gente, então ele fala que não porque, segundo o profissional, a próxima leva de pessoas seria a deles, eram umas 7 pessoas. Eu escutei tudo e fiquei esperando a minha vez, acontece que na minha vez o tal profissional começou a chamar essas pessoas. Depois que a terceira pessoa já tinha sido passada na minha frente eu me dirigi ao profissional e disse que ele já tinha passado três pessoas na minha frente e que eu precisava tirar a foto, o profissional disse que ele estava apenas seguindo a lista. Agora me pergunto que lista ele estava seguindo? A do "jeitinho brasileiro"? Em consequência dessa falta de ética profissional eu não consegui fazer o teste psicotécnico e vou ter que adiar minhas aulas de habilitação.
As pessoas reclamam que os políticos são corruptos, mas essa atitude não foi uma atitude corrupta? A população tem os governantes que merece. Se em uma simples fila temos exemplos da corrupção, o que dirá quando se trata de assuntos mais sérios, será que é diferente? E quantas pessoas passam por situações iguais mas não falam nada, esse silêncio é um apoio a essas atitudes”.