3 de outubro de 2026
Rafael Seidel

13/01/2011

Por Rafael Seidel

E agora, a culpa é de quem?
Não precisou muita coisa para se avaliar de quem é a culpa pelos alagamentos que aconteceram em Caçador. Nesta terça-feira, conforme uma matéria já publicada aqui neste Portal, foram retirados dos córregos uma imensa quantidade de pneus, sacolas, sofás, geladeiras e, pasmem, até a metade de um Fusca.

Que a quantidade de chuvas foi enorme, isso já se sabe, mas que a tragédia poderia ter sido menor se houvesse a consciência dessas pessoas que simplesmente pensam que córregos são lixeiros, isso é verdade.

Mas, o único problema é que a sociedade, que só sabe esperar que os poderes públicos façam alguma coisa e ainda está procurando colocar a culpa pelas chuvas em alguém. Agora, dizem que não são os moradores das proximidades dos córregos que jogam o lixo, mas sim, outros, que residem distantes dali.

Lixo
Segundo o secretário Amarildo Tessaro, vários avisos são feitos para não se jogar lixo nas ruas, rios e córregos, mas de nada adianta. Cada vez que é feita uma nova limpeza, aparece mais uma imensa quantidade de lixo, que atrapalha a passagem de água.

Mudança
Uma grande mudança aconteceu no Parque Central José Rossi Adami. O coordenador agora é Daniel Freitas, que assumiu no lugar de Romney Riedi.

Freitas era o braço direito de Amarildo Tessaro na Secretaria de Infraestrutura. Bem por isso, ele está sendo colocado no Parque Central para melhorar a infraestrutura do local, e já garantiu que vai se atualizar na área esportiva, que não é o seu forte.

Tá com moral
Vice-governador Eduardo Pinho Moreira, ontem, no Twitter: Transito tá parado na SC 401. Cobalchini neles. Pode escrever, ano que vem estará solucionado. Ele é objetivo.

Reunião
O Conselho Municipal de Defesa Civil de Caçador (COMDEC), realiza, nesta segunda-feira, 17, às 14h, no Corpo de Bombeiros Voluntários, uma reunião para discussão de diversos ligados à área.

Descaso
Enquanto não se resolve a novela do transporte coletivo em Caçador, bem que se poderia pensar em algo emergencial para as paradas de ônibus. Na tarde desta quinta-feira, um exemplo do descaso que vive o setor foi presenciado por um leitor da coluna. Ele destacou que todas as pessoas esperavam o coletivo no Largo Caçanjurê, torrando no sol.

O leitor  sugere que poderia ser colocado um toldo ali ou uma outra forma para melhorar a situação das pessoas que necessitam tomar um ônibus. Tá dado o recado!

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