Loja Maçônica XV de Novembro...
Promoveu sua tradicional feijoada onde publico lotou as dependências do salão de eventos da Loja XV de Novembro, no último sábado para degustar uma excelente feijoada elaborada pelo Cheff Cleto Arrabar e sua equipe.
Sabe-se que a feijoada está diretamente ligada à presença do negro em terras brasileiras. Resultado da fusão de costumes alimentares europeus e a criatividade do escravo africano, a feijoada é o símbolo da culinária nacional.
Esta fusão teve origem na época do descobrimento do ouro na Capitania de São Vicente/SP, na virada do século XVII. 0 inicio da mineração no Brasil levou à criação de novas capitanias e modificou sensivelmente a economia brasileira. A partir dai incentivou-se o uso da moeda nas trocas comerciais, antes baseadas em produtos como o cacau e o algodão e fez crescer a necessidade de mão de obra escrava, intensificando o tráfico de negros africanos e, como conseqüência, sua influência em nossos hábitos alimentares.
Nas regiões das minas de ouro (Minas Gerais, Goiás, Tocantins e Mato Grosso), como o escravo ficava totalmente absorvido pela busca do ouro e dos diamantes, e sem disponibilidade para cuidar de sua própria comida, os mantimentos vinham de outras regiões (litoral paulista e carioca) carregados nos lombos dos animais, dai a origem do não menos famoso 'Feijão tropeiro', indicando a forte apreciação nacional pelos pratos feitos à base de feijão.
Naquela época, a refeição dos escravos de Diamantina era composta basicamente de fubá de milho, feijão e sal. Assim, o feijão misturado com farinha de mandioca ou fubá grosso de milho, antes de ser servido, virou prato tradicional naquela época.
Pouco depois, acrescentou-se a este prato a carne, fundindo o apreciado cozido português, prato com diversos tipos de carne e legumes, cozidos todos juntos, com o já adotado feijão, toucinho e farinha. Estava feita a feijoada.
Hoje, à feijoada, constituída de feijão preto cozido, sobretudo com partes do porco (orelhas, rabo, pés não deixando de acrescentar vários de tipos de lingüiça, bem como carne de sol ou charque lombo defumado, costela suína defumada, costelinha in natura entre outros ingredientes) acrescenta-se como acompanhamento a couve refogada com alho, o arroz branco, a farofa de farinha de mandioca e o molho de pimenta e laranja. (Fonte:Instituto Gastronômico Brasileiro).

Ao centro o Cheff Cleto Arrabar acompanhado de sua equipe de cozinha Vitor Mombelli, Marcos Godinho, Arion Marçal Santos e Cachimbo.

A equipe do bar Hemerson Pegoraro e Jefferson.

Presentes ao evento Luis Ramos e um dos proprietários do dahoraonline.com Leonel Schroeder.

Público lotou as dependências para prestigiar mais este evento promovido pela Loja Maçônica XV de Novembro.
(Fotos: Edumar Junior Eventos - edumarjunioreventos@gegnet.com - (49) 9996 1905)
"A Inconstitucionalidade dos Pedágios".

Num trabalho desenvolvido pela aluna do 9º semestre de Direito da Universidade Católica de Pelotas (UCPel) Márcia dos Santos Silva, esta acadêmica, chocou, impressionou e orientou os presentes.
A jovem de 22 anos apresentou o "Direito fundamental de ir e vir" nas estradas do Brasil. Ela, que mora em Pelotas, conta que, para vir a RioGrande apresentar seu trabalho no congresso, não pagou pedágio e, na volta, faria o mesmo. Causando surpresa nos participantes, ela fundamentou seus atos durante a apresentação. Márcia explica que na Constituição Federal de 1988, Título II, dos "Direitos e Garantias Fundamentais", o artigo 5 diz o seguinte:
"Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade " E no inciso XV do artigo: "é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens".
A jovem acrescenta que "o direito de ir e vir é cláusula pétrea na Constituição Federal, o que significa dizer que não é possível violar esse direito. E ainda que todo o brasileiro tenha livre acesso em todo o território nacional O que também quer dizer que o pedágio vai contra a constituição”. Segundo Márcia, as estradas não são vendáveis.
E o que acontece é que concessionárias de pedágios realizam contratos com o governo Estadual de investir no melhoramento dessas rodovias e cobram o pedágio para ressarcir os gastos. No entanto, no valor da gasolina é incluído o imposto de Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide), e parte dele é destinado às estradas. "No momento que abasteço meu carro, estou pagando o pedágio. Não é necessário eu pagar novamente.
Só “quero exercer meu direito, a estrada é um bem público e não é justo eu pagar por um bem que já é meu também”, enfatiza.
A estudante explicou maneiras e mostrou um vídeo que ensinava a passar nos pedágio sem precisar pagar. "Ou você pode passar atrás de algum carro que tenha parado. Ou ainda passa direto. A cancela, que barra os carros é de plástico, não quebra, e quando o carro passa por ali ela abre. Não tem perigo algum e não arranha o carro", conta ela, que diz fazer isso sempre que viaja.
Após a apresentação, questionamentos não faltaram. Quem assistia ficava curioso em saber se o ato não estaria infringindo alguma lei, se poderia gerar multa, ou ainda se quem fizesse isso não estaria destruindo o patrimônio alheio. As respostas foram claras.
Segundo Márcia, juridicamente não há lei que permita a utilização de pedágios em estradas brasileiras. Quanto a ser um patrimônio alheio, o fato, explica ela, é que o pedágio e a cancela estão no meio do caminho onde os carros precisam passar e, até então, ela nunca viu cancelas ou pedágios ficarem danificados. Márcia também conta que uma vez foi parada pela Polícia Rodoviária, e um guarda disse que iria acompanhá-la para pagar o pedágio.
"Eu perguntei ao policial se ele prestava algum serviço para a concessionária ou ao Estado. Afinal, um policial rodoviário trabalha para o Estado ou para o governo Federal e deve cuidar da segurança nas estradas. Já a empresa de pedágios, é privada, ou seja, não tem nada a ver uma coisa com a outra", acrescenta.
Ela defende ainda que os preços sejam iguais para pessoas de baixa renda, que possuem carros menores, e para quem tem um poder aquisitivo maior e automóveis melhores, alegando que muita gente não possui condições para gastar tanto com pedágios.
Ela garante também que o Estado está negando um direito da sociedade. "Não há o que defender ou explicar. A constituição é clara quando diz que todos nós temos o direito de ir e vir em todas as estradas do território nacional", conclui. A estudante apresenta o trabalho de conclusão de curso em novembro de 2007 e forma-se em agosto de 2008.
Ela não sabe ainda que área do Direito pretende seguir, mas garante que vai continuar trabalhando e defendendo a causa dos pedágios.(Fonte: Jornal Agora)
Edumar Junior...
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Visando o dia do soldado...

Comemorado no próximo dia 25, o Tiro de Guerra 05/006 realizará neste domingo, 22 de agosto, a partir das 11h, no Parque Central, a solenidade de formatura dos soldados do TG.
Os formandos onde prestarão juramento à Bandeira Nacional e cada soldado receberá das mãos de seus padrinhos a boina que usarão posteriormente, no decorrer dos trabalhos.
De acordo com o sargento Claudinei Mantuani, a data foi antecipada para que a população pudesse acompanhar a solenidade. “Em anos anteriores o evento aconteceu no próprio TG, mas, para este, optamos por um local maior para que mais gente possa acompanhar. Como o Dia do Soldado será em uma quarta-feira e muitos trabalham, optamos pelo domingo (22), quando as pessoas estão de folga e poderão acompanhar a solenidade, que só não acontecerá se chover no dia” destaca.
O Dia do Soldado...

É comemorado no dia 25 de Agosto e tem por objetivo homenagear o trabalho dos membros do Exército Brasileiro, foi instituída em homenagem a Luís Alves de Lima e Silva, patrono do Exército brasileiro, nascido em 25 de agosto de 1803. Com pouco mais de 20 anos já era capitão. Luís Alves de Lima e Silva – Duque de Caxias -lutou e defendeu o Brasil em confrontos externos e internos.

Soldado é uma graduação do fundo da hierarquia militar. O termo soldado deriva do latim solidarius – alguém que é pago para servir.
No Brasil, o serviço militar é obrigatório por lei desde 1908. Ao completar 18 anos, todo rapaz deve se cadastrar em alguma das forças armadas (Marinha, Exército ou Aeronáutica). Na estrutura do governo brasileiro, estas estão integradas ao Ministério da Defesa e tem por objetivo a defesa dos direitos constitucionais.
A carreira de soldado proporciona ao jovem o aprendizado de valores como disciplina, organização, amor à pátria, solidariedade e perseverança, entre vários outros que orientam suas atividades dentro e fora do quartel.
O soldado exerce atividade em tempos de guerra e na manutenção da paz, dentro e fora do país. Presta auxílio à população em situações de calamidade.
Ao longo do século XX, o Dia do Soldado foi perdendo a sua popularidade e não mais é um dia público de festividade, nem mesmo são mais organizadas paradas militares em sua honra.

Hoje as forças armadas brasileiras são homenageadas no dia 7 de Setembro, quando é comemorada a independência do Brasil de Portugal, ou no dia 15 de novembro, data em que se comemora a Proclamação da República.
Demagogia do governo LULA

O cálculo, que inclui as iniciativas brasileiras de assistência técnica, cooperação agrícola e ajuda direta a países da África e América Latina, mostra que o Brasil "está se tornando rapidamente um dos maiores doadores mundiais de ajuda aos países pobres", diz a revista.
A reportagem chega ao montante de US$ 4 bilhões somando os recursos da Agência Brasileira de Cooperação, projetos de cooperação técnica, ajuda humanitária a Gaza e ao Haiti, recursos destinados ao programa de alimentos da ONU e outros, e financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, nos países emergentes.
Entretanto, a Economist vê o que chama de "ambivalência" nos programas de ajuda do Brasil. Lembra que o país ainda precisa combater bolsões de pobreza dentro de seu próprio território, aponta deficiências na estrutura burocrática voltada para a cooperação internacional e avalia que funcionários e instituições voltados para este fim estão "sobrecarregados" com o crescimento exponencial do volume de assistência durante os anos do governo Lula.
A revista diz que o governo brasileiro está indo longe demais, rápido demais.Na desesperada busca de tentar ganhar o Premio Nobel da Paz ou de um emprego na ONU, Lula joga recursos que deveriam ser destinados aos brasileiros, em outros países. Somos nós brasileiros que estamos bancando a mais cara campanha para o premio Nobel da Paz da história da humanidade (Fontes: BBC Brasil, Economist)
Isto é revoltante, pois vemos diariamente nos noticiários a falta de estrutura nos hospitais públicos, escolas públicas a falta de medicamentos o salário de fome que é pago aos professores e fica dando dinheiro para aparecer de bonzinho para o mundo.
Culinária

Picanha ao alho e sal grosso.
Ingredientes:
01 picanha média;
alho;
sal grosso;
manteiga.
Preparo:
Fure a parte da gordura com a faca de modo que em cada furo você coloque um dente de alho. Passe manteiga na parte de baixo e coloque em uma forma. Em seguida cubra a carne toda com sal grosso, dependendo do tamanho da picanha vai precisar de dois pacotes, mas não se assuste que não fica salgado.
Leve ao forno por aproximadamente 1,40 h. retire o sal. Sirva com arroz branco e vinagrete.