O MARKETING DO LIXO
Não se pode mais andar pelas principais vias do centro comercial de nossa cidade, sem receber uma montanha de panfletos! São propagandas que vão desde consultórios médicos e odontológicos, promoções de supermercados e até cursos preparatórios. Sem falar nas inconvenientes abordagens de funcionários de agências de empréstimo financeiro e outros. A panfletagem contribui significativamente para o acúmulo de lixo nas ruas. Isso porque, infelizmente a maior parte das pessoas que pega os folhetos joga os papéis no chão.
O povo de Caçador está ficando incomodado com o excessivo marketing desorientado. As caixas de correspondência estão ficando cada dia, mais cheias de propagandas e panfletos. E quando a gente pára o nosso carro em alguma rua da cidade? Geralmente no retorno tem um papelzinho de propaganda esperando por nós, junto ao pára-brisa. Isso é desagradável e sem contar, que às vezes, acabam até mesmo riscando o vidro ou o próprio carro.

Quanto à sujeira que fica nas ruas, isso vai muito de acordo com a consciência de cada um. Não são os panfletistas que jogam os papéis no chão, mas quem aceita o folheto. Cabe a cada um manter a cidade limpa.
Devemos começar a negar estes materiais, já que na maioria das vezes a gente nem se quer lê o que consta nestes panfletos. Devemos aceitar somente o que realmente for de interesse.
Acredito que chegou a hora de Caçador também ter uma legislação que trate sobre esta questão, à exemplo de várias outras cidades, onde já existe até mesmo fiscalização para proibir a distribuição de materiais de propaganda em determinadas partes da cidade.
O destino final da maior parte de todo este material de divulgação acaba por parar no lixo ou pior, na rua mesmo. Precisamos nos conscientizar que a panfletagem pode ocorrer sim, cabe a cada um de nós aceitarmos o que realmente interessa; sem vergonha de agradecer, sorrir e recusar a oferta do panfleto quando não for de nosso interesse.
Até a próxima: Júlio César Moschetta da Silva