Sim, as pessoas ainda fazem a diferença. Vivemos uma era de tecnologia avançada, de grande velocidade nas informações, de crescimento nas compras virtuais, de busca incessante por inovações, e muito mais. No entanto, quando se trata de varejo, a qualidade da equipe é de extrema importância, pois o contato direto com o shopper reflete toda a imagem que ficará armazenada em sua memória, tanto da loja como também muitas vezes da marca pela qual este shopper foi à procura no varejo.
(O Conceito de Shopper surgiu há poucos anos, trata-se do consumidor que toma suas decisões de compra com critérios e análises específicos e tem a experiência de compra influenciada pela forma de comunicação com que se depara no ponto de venda. O Shopper é a pessoa que realiza uma compra sendo ela consumidora ou não).
Vivemos uma crise de qualificação de mão de obra, pois como a oferta de emprego tem aumentado e o nível educacional não tem crescido na mesma proporção, existe uma grande quantidade de profissionais que atuam no varejo que chegam sem preparação adequada para atender ao público.
Sendo assim, passa a ser também papel do varejo capacitar sua mão de obra para gerar diferenciação diante a sua concorrência. Quando falo em capacitação de uma equipe de vendas ou merchandising no varejo, me refiro basicamente a três tópicos: Treinamento, avaliação de desempenho e plano de desenvolvimento.
Estes três tópicos devem sempre andar em paralelo, pois se trabalhados em conjunto garantem sustentação do trabalho de capacitação, gerando motivação e mostrando resultados de médio e longo prazo no planejamento da carreira da equipe. E desta forma os resultados serão evidentes para o varejo.
Além deste trabalho perene de longo prazo, também é importante realizar atividades de curto prazo, como campanhas de incentivo de curta duração.
Fonte: Newsletter – FCDL - SC