Na edição do Retail’s Big Show de Janeiro deste ano, de onde uma delegação de lojistas e dirigentes de CDLs catarinenses retornou na semana passada, ficou claro que o comércio de rua está vivendo uma revitalização. Que os shoppings fechados encerraram o ciclo de vida útil e que a era é dos estabelecimentos abertos. E que o e-commerce não é viável para todos, visto que além de exigir volume de vendas significativo, pois as margens de lucro são reduzidas - também não prescinde de infraestrutura de entrega e gestão de estoque
Em resumo, após dezenas de palestras e debates, o que ficou claro: 1. Investir em tecnologia é cada vez é mais importante, em especial nos pontos de venda. 2. Promover situações de convivência e gerar experiências agradáveis são os eixos para atrair o consumidor, mantê-lo o maior tempo possível na loja, fidelizá-lo e fazê-lo ter orgulho da marca adquirida. As boas (e velhas) práticas do relacionamento são cada vez mais indispensáveis.
Executivos - tanto do varejo quanto das empresas de tecnologia – defenderam a imperativa necessidade de incorporar a tecnologia para gerar satisfação e a consequente melhoria de nossas vidas, quebrando a frieza dos processos. Ouviram isso de Jack Dorsey, personagem que foi responsável por nada menos do que a criação do Twitter! De um dos líderes do Starbucks, maior rede de cafeterias dos Estados Unidos, uma mensagem que parece esquecida por muitos comerciantes: tratar o cliente pelo nome!
No contra fluxo das compras por meios eletrônicos há uma intensa necessidade de ir às ruas, de encontrar e interagir com pessoas, de frequentar locais como parques, mercados, praças, shoppings abertos, centros culturais e esportivos etc., que geram condições propícias ao comércio.
Fonte: Semana Lojista FCDL/SC