Estádio
A Comissão Central Organizadora dos Jogos Abertos de Santa Catarina (JASC) e a Diretoria do Caçador Atlético Clube entraram em acordo e o Estádio Municipal Carlos Alberto da Costa Neves não será mais fechado.
O assunto foi tratado nesta quarta-feira, 18, já que havia sido cogitado pela CCO em deixar o Municipal fechado por 90 dias, para realizar obras visando os JASC.
Estádio 1
Agora, os jogos dos JASC serão mandados em campos como o da Linha Rio Bugre, do Cará e do Avaí, em Rio das Antas, por serem equipes amadoras que vão jogar. Já o CAC não pode atuar em campos como estes, visto não haver a liberação da Federação Catarinense de Futebol, porque trata-se de uma competição profissional.
Estádio 2
A CCO entendeu a necessidade da equipe caçadorense, que tem vários patrocinadores e necessita da sua torcida, portanto, precisa jogar em casa e não em União da Vitória, por exemplo, como havia sido cogitado.
Além disso, algumas das obras no estádio poderão ser realizadas pela CCO e, se não estiver chovendo na época dos JASC, as semifinais e finais da competição podem acontecer no Estádio.
Estádio 3
Louvável esta decisão da CCO. Provavelmente se o estádio fosse realmente fechado, o CAC não disputaria o Catarinense, perdendo talvez uma das maiores oportunidades de subir para a 2ª Divisão e ficar mais perto de sonhar com a elite do futebol do estado.
Politicagem
A atitude tomada por algumas lideranças caçadorenses para definir o futuro da Udesc em Caçador está sendo considerada por leitores da coluna e deste portal como uma tremenda politicagem. Isso porque aqueles entidades que realmente encamparam a vinda da universidade para cá, como a ACIC, UNIARP e outras, nem ao menos foram informadas deste encontro.
Pior, nada do que foi acertado anteriormente com a direção da Udesc foi cumprido. Uma situação revoltante para várias pessoas que trabalharam sem visar lucro ou mesmo, publicidade política e que agora foram deixadas de lado.
Derrubada
A péssima operadora Claro foi derrubada em Santa Catarina. Os caçadorenses que usam desta operadora com certeza concordaram com a decisão da justiça, principalmente depois desta semana, quando os usuários ficaram sem sinal por dois dias consecutivos.
TIM
Apesar de não ter sido derrubada no Estado, a TIM também não está das melhores. Nesta quarta-feira, as linhas cruzadas, mensagens que iam para outros destinatários e ligações não completadas deixaram muita gente indignada.
Meio ambiente
Leitor da coluna, o amigo Amilton, gerente da agência Contestado da Caixa Econômica, encaminha sugestão de matéria, a respeito de uma belíssima parceria realizada entre a instituição e a Fundema.
A Caixa Econômica Federal, por meio do Fundo Socioambiental CAIXA, assinou acordo com a Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema), destinando, de forma gratuita, R$ 200 mil para o projeto de recuperação e preservação florestal de nascentes e áreas que margeiam o Rio do Peixe, manancial de abastecimento público de Caçador.
A ação prevê a recuperação e proteção da mata ciliar com o plantio de espécies florestais nativas em área de preservação permanente; implantação de sistemas individuais para tratamento de efluentes domésticos; proteção de nascentes de água; implantação de cercas para delimitação de áreas em recuperação; fiscalização e educação ambiental além de produção de mudas de espécies nativas no horto florestal.
Todas as áreas a serem recuperadas ficam acima dos pontos de captação da água da CASAN e abrange 20 propriedades rurais. A ação também tem investimento da prefeitura local, no valor de R$ 20 mil. O projeto tem como principal objetivo garantir a disponibilidade de água, em qualidade e quantidade, para consumo humano a médio e longo prazo.
Meio ambiente 1
A CAIXA tem investido, cada vez mais, nesse tema ao adotar atitudes que estimulam a sustentabilidade ambiental em todas as etapas de seus negócios. Alguns projetos de destaque são:
Ação Madeira Legal – A CAIXA exige documentação que comprove o uso de madeiras nativas de origem legal, em todas as obras e empreendimentos habitacionais que financia, incentivando o mercado madeireiro responsável e desestimulando os desmatamentos ilegais.
Crédito Sustentável – Em todas as operações de crédito, destinadas a empresas com atividades econômicas potencialmente impactantes ao Meio Ambiente, são solicitadas as Licenças Ambientais. Também são realizadas análises socioambientais nas operações de crédito com valores iguais ou superiores a R$ 10 milhões, nas atividades econômicas que apresentem potencial de impacto ao Meio Ambiente.
“Selo Casa Azul” CAIXA – É o primeiro sistema brasileiro de classificação de sustentabilidade na habitação, que tem por objetivo incentivar o uso racional de recursos naturais, reduzir custos de manutenção e promover a conscientização sobre as vantagens das construções sustentáveis. Lançado em 2010, o Guia do programa já registrou mais de 20 mil downloads no site da CAIXA.
Incentivo ao Uso de Energia Solar – Os sistemas de aquecimento solar de água (SAS) são itens financiáveis, em todos os programas/linhas de financiamento da CAIXA, e contam ainda com incentivos para determinados empreendimentos do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV).
Agências Sustentáveis – A CAIXA vem investindo na construção e adaptação de unidades que priorizem a utilização sustentável dos recursos naturais, tais como adoção sistema de aproveitamento de água da chuva, com armazenagem para reuso, e sistemas de maior eficiência energética.
Parceria Sustentável com Fornecedores – A CAIXA realiza periodicamente encontros com os fornecedores, com o objetivo de estimular a revisão das estratégias de negócios de seus parceiros e a adoção de conceitos de responsabilidade socioambiental, como o de economia e reutilização de água, uso de equipamentos de climatização que não utilizem água, iluminação inteligente e de alta eficiência, além de coleta seletiva de lixo.