3 de outubro de 2026
Rafael Seidel

12/01/2012

Por Rafael Seidel

Miséria
Se por um lado, Caçador está entre as mais ricas do Estado, por outro, a miséria ainda impera em diversos bairros do Município. Não é de hoje que isso acontece e não será em um ou dois anos que vai acabar. Pelo contrário, mesmo sendo cenas fortíssimas, não existe uma solução mágica para extinguir a miséria de uma comunidade. Políticas públicas existem para se amenizar, mas não são eficazes o suficiente para erradicar.

Miséria 1
Estas afirmações se deram por conta de um e-mail que recebi de uma leitora da coluna. Segue o texto e a foto.

“Neste natal, uns amigos e eu, fizemos uma campanha (de dois dias rsrs) pois foi muito perto do natal q tivemos a idéia para ajudar crianças carentes, arrecadamos entre nós e nossos familiares, brinquedos, roupas e alimentos e doamos em uma comunidade muito, mas muito miserável, não sei exato o nome, mas é ali na cachoeira do Tedesco, enfim, estou lhe encaminhando uma das fotos que mais me chocou... essa menininha aparentemente com vermes (nota-se pelo tamanho do abdomen) ela estava com fome e nunca tinha visto um brinquedo.

Sei que não podemos resolver todos os problemas do mundo, mas talvez essa foto cause algum sentimento nas pessoas que podem ajudar de alguma forma as crianças aqui da nossa cidade, assim como nós fizemos...

Ponte
A ponte do Trabalhador, aquela de perto do estádio, será demolida em breve. Uma passarela foi feita ao lado para os pedestres. Automóveis deverão procurar novas rotas e os motoristas precisarão ter, por alguns meses, paciência.

Ponte 1
E nem bem a passarela foi terminada, já está sendo utilizada para outros fins. No final da tarde desta quinta-feira, vários meninos se divertiam na água pouco limpa do rio do Peixe, pulando da dita passarela. Se por um lado, alguns moradores e usuários daquele local já criticam pela passagem ter sido construída muito próxima da água, por outro, aqueles meninos deram nota 10 para a obra.

Falta de médicos
Não é só em Caçador que faltam médicos. Nesta quinta-feira, um idoso ficou sem atendimento naquele município por conta da falta do profissional e acabou indo a óbito. Os Bombeiros até tentaram trazê-lo ao hospital Maicé, mas ele morreu antes de dar entrada no Pronto Socorro.

CDL
Leitor da coluna encaminha e-mail a respeito do sorteio do carro da CDL. Segue, abaixo:

“A única dúvida que eu ainda tinha era se os talões haviam sido recolhidos antes do sorteio, e isto foi esclarecido. como você bem citou, a única coisa que o estabelecimento poderia ter feito era ter distribuído para seus amigos e familiares os cupons que sobraram. na minha opinião esta prática deve ser evitada, pois isso tira a chance do cupom distribuído de número posterior de ganhar o veículo, que se os talões são distribuídos em ordem, tem inclusive a chance de premiar alguém de outro estabelecimento.

A única solução para isso é respaldar o cupom a um comprovante de compra (cupom ou nota fiscal) inclusive reforçando o limite de 1 cupom para cada R$ 100, desta forma, nunca ficaria uma dúvida”.

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