3 de outubro de 2026
Crônicas

01/12/2011

Por Márcio Roberto Goes

Nada...
Querem calar minha voz!...

Quando não há nada de bom para falar de algo, ou alguém, o melhor mesmo é ficar quieto...

Quando não há nada de bom para escrever sobre algo, ou alguém, o melhor mesmo é dar folga para o teclado...

Quando não há nada de bom para declarar sobre algo, ou alguém, o melhor mesmo é dizer que não tem nada a declarar, pois a repressão militar parece continuar presente em nossas vidas, mascarada de democracia, pelo menos na visão de algumas pessoas que se acham melhores que as outras só porque estão sentadas na cadeira de quem pensa que manda, ou têm mais dinheiro... Portanto, a quem esperava por minhas palavras, não tenho nada a declarar...

Nada a declarar...

Control + C...  Control + V...

Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar... Nada a declarar...

Para poupar seu tempo, já contei duzentas vezes: Nada a declarar... Ops!... Duzentas e uma, agora!... Passar bem!...

Márcio Roberto Goes
www.marciogoes.com.br

Márcio Roberto Goes

Sobre a coluna

Márcio Roberto Goes

Coluna Crônicas

Professor de Língua Portuguesa, língua Espanhola e suas respectivas literaturas, efetivo na rede estadual de ensino de Santa Catarina, graduado em Letras pela Unc, antigo campus de Caçador e especialista em análise e produção textual pela FAVEST. Escritor, palestrante, diretor artístico e locutor da Web rádio Ativa Caçador. Membro da Academia Caçadorense de Letras e Artes.

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