Novas medidas de segurança para as escolas municipais de Caçador foram sugeridas durante sessão ordinária desta terça-feira (18) na Câmara Municipal de Caçador.
Uma delas, patrocinada pelos vereadores Clayton Zanella (DEM), Moacir D’Agostini (DEM) e Ricardo Barbosa (PSDB), visa um estudo de viabilidade para a disponibilização de vigilância presencial permanente nos educandários municipais. Clayton lembrou que na semana passada, ao lado do vereador Marcio JF, já havia feito pedido para intensificação da segurança nestas unidades, e que no dia seguinte à prefeitura divulgou as ações que já acontecem nas escolas.
“Acompanhei os trabalhos da Guarda Municipal e realmente percebemos as ações, como as rondas, o vídeo monitoramento e o botão de emergência, mas um vigilante que permaneça na porta, fazendo triagem de quem entra e sai e o porquê está indo na escola nós não temos”.
A exemplo da semana passada, ele apresentou manchetes de jornais destacando ocorrências registradas pelo país, inclusive em São Domingos (SC), de planos relacionados a novos ataques a alunos e professores. “Como já havia dito, um fardo dessa natureza incentiva outras pessoas que tem transtornos mentais ou tendência à criminalidade a cometerem esses atos. Já são quatro notícias recentes após o crime de Saudades que comprovam isso”.
Para o vereador Moacir D’Agostini o episódio registrado em Saudades ascendeu um alerta sobre a necessidade de medidas mais rigorosas, como forma de prevenir situações semelhantes. “E vigilância presencial cria um ambiente mais seguro para os alunos e professores, ao mesmo tempo que em dá tranquilidade aos pais ao deixarem seus filhos nos educandários”, destaca.
O vereador Ricardo Barbosa, que também solicitou a viabilidade de implementação de porta giratória com detector de metais nas escolas municipais, priorizando as com maior número de alunos e maior vulnerabilidade, também destacou as ações já desenvolvidas pelo Município no que se refere à segurança nas escolas, com a participação da secretaria de educação e as rondas da Guarda Municipal e Polícia Militar. No entanto, segundo ele estas medidas são insuficientes devido à demanda.
“O fato é que hoje não tem efetivo para estar presente em todas as escolas simultaneamente isso faz com que elas, em algum momento, estejam vulneráveis. A presença física de um vigilante nas escolas é importante reforço para inibir possíveis ocorrências”, destaca.






