O ano de 2017 foi marcado por alguns júris polêmicos. Um deles, o primeiro do ano, foi dos réus Marli Aparecida Teles de Souza, apelidada pela polícia de “Viúva Negra”, e do filho Ulisses Antônio Souza de Oliveira. Ela pegou 18 e ele 17 anos de reclusão pela morte de Rui Nadarci Dias de Oliveira.
Em março, dois jovens acusados de tentar matar o síndico do residencial Meu Lar, em 2015, foram julgados e condenados pelo Tribunal do Júri. Lucas Jungles de Souza Ferreira dos Santos, de 20 anos, e Jonathan Willian Alves Ruppel França, 22. A pena maior foi de 6 anos.
Em abril, o ex-vereador Paulo Pompeo, de Calmon, foi condenado pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo. Ele cometeu o ocorreu em 2016 contra outro vereador da época, Roberto Carlos Compagnaro.
No mês de junho, o réu Alecsson Wagner Lopes foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado, tentativa de homicídio qualificado e lesões corporais seguidas de morte. A pena passou dos 33 anos de reclusão. Os crimes ocorreram em 2015 durante uma festa em uma chácara no interior.
Ainda em junho, Carlinhos Corrêa foi julgado e condenado a 63 anos de reclusão pelo assassinato do técnico de futebol Josué Henrique Kaercher, do Kindermann. O júri foi um dos mais aguardados do ano e teve grande repercussão.
Outro júri bastante esperado foi dos três jovens acusados de matar Elenir Aparecida Ribeiro, em 2016. Os réus Valéria Ribeiro da Silva (filha da vítima) e Leandro Matheus Alves Negretti foram condenados a 23 e 24 anos de reclusão, respectivamente; e a ré Priscila de Fátima Ribeiro teve a acusação desclassificada para omissão de socorro e recebeu a liberdade.
Em agosto, foram julgados os réus responsáveis pela morte de Júlio Cesar Pereira Lopes. O crime, ocorrido em Calmon, chamou a atenção pela violência e crueldade dos autores. Cleiton da Silva Reval foi condenado à pena de 16 anos de reclusão; Cristiano Alves Antunes à pena de 18 anos; e Felipe Cesar da Luz a 15 anos.
No final do ano, o Tribunal recebeu o julgamento dos dois homens acusados de matar Jaime Vieira, na Páscoa de 2016, por motivo fútil. Jones Dias foi condenado a 18 anos e Edivam Carlos Ribeiro de Castilho teve a pena fixada em 12 anos.
Por fim, o ano encerrou com o júri de Rodrigo Corrêa Frozza. Em 2015, o jovem causou um acidente de trânsito na SC-135 que resultou na morte de um casal. Ele estava embriagado. O réu foi condenando a pena de 7 anos e 6 meses de reclusão em regime semiaberto.





