Ocorrências de furto de cabos telefônicos têm aumentado em Caçador e região. Conforme o delegado Fabiano Locatelli, somente em Caçador, nos últimos dois meses, foram duas ocorrências distintas, ambas na Linha Castelhano, próximo à sede da Empresa Adami. Lá foram furtados cerca de mil metros de cabeamento.
Outras ocorrências do mesmo tipo também foram registradas, reiteradas vezes, nas cidades de Fraiburgo, próximo à gruta Nossa Senhora de Fátima e distrito da Liberatta, em Tangará na Linha São Marcos e em Pinheiro Preto e Videira às margens da SC 135 e próximos aos trevos de acesso das referidas cidades.
O furto deste tipo de material ocorre geralmente no período noturno. Após o cabeamento ser levado, geralmente é queimado e o cobre é revendido para ferro velho e sucateiros da região, os quais atuam como receptadores.
O furto de cabeamento telefônico acaba acarretando problemas principalmente para população, pois ocasiona a interrupção dos serviços de telefonia prejudicando postos de saúde, escolas, empresas e produtores rurais, enfim, a população em geral e geralmente o valor pago por este material furtado não chega nem a R$ 50,00, pois o cobre é vendido por quilo, quem lucra com este tipo de comércio realmente são os ferros velhos e sucateiros que o compram de quem furta.
“Nos últimos meses temos trocando informações com a polícia destes municípios e já identificamos possíveis locais onde este material pode estar sendo comercializado. O objetivo é que os autores sejam responsabilizados criminalmente, mas a população pode ajudar também denunciando estes casos para a Polícia através dos telefones 181 da Polícia Civil e 190 da Polícia Militar”, explica o delegado.





