3 de outubro de 2026
Investigação

Quatro pessoas são presas por furto de carga

Por Caçador Online

Uma investigação da Polícia Civil em conjunto com a Divisão de Investigações Criminais de Caçador (DIC) resultou na prisão de quatro pessoas nesta segunda-feira, 3, sendo três presos em Caçador e um em Ouro. O motorista Valdecir Glemboski (Índio), Valdemar Antônio Moreira Maia (Garrafão), Heroito Carlos Colombo e Valdemir dos Santos Correa foram encaminhados ao Presídio Regional de Caçador onde permanecem a disposição da Justiça.

De acordo com o delegado regional e coordenador da DIC, Fabiano Locatelli, foram aproximadamente quatro meses de investigação até a desarticulação do braço da quadrilha em Santa Catarina que vem atuando há mais de dois anos.

Locatelli comentou que as investigações iniciaram quando o caminhão de uma transportadora de Caçador foi furtado em São Paulo onde a suposta vítima era Valdecir Glemboski, mas comparando depoimentos dados à polícia paulista e em Caçador, o delegado percebeu que haviam muitas contradições.

Nas investigações, foi descoberto que a quadrilha aliciava motoristas de Caçador para que participasse da ação, e em troca receberiam R$ 60 mil. As cargas furtadas eram de cobre avaliada em mais de R$ 500 mil cada carga. “Chegando em São Paulo, o motorista ia para hotel até que a carga fosse colocada em um local seguro e depois disso, o motorista ia até a polícia relatando que havia sido rendido por bandidos e a carga levada”, contou.

Valdecir, Valdemar e Valdemir foram presos em Caçador no início da manhã e Heroito foi preso em Ouro e trazido à Caçador pelos policiais da DIC.

“Conseguimos quebrar a quadrilha no estado, no entanto as investigações continuam mas pela polícia de São Paulo, haja vista que a ação acontece lá. Da nossa parte conseguimos prender os quatro que agiam em Caçador e na região”, frisou o delegado.

Nas diligencias, a polícia apreendeu um revólver e dois carros, sendo um Vectra e um Siena. O delegado estima que cada furto de carga tenha gerado mais de R$ 3 milhões de prejuízos as empresas.

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