A morte do caçadorense Giorgi Luy Burlin completa três meses neste domingo, 22, e ainda ninguém foi preso. Em entrevista à Rádio Caçanjurê, o delegado Vinicius Burato Yunes, responsável pelo caso, disse que as investigações estão sendo feitas pela Polícia Civil de Matos Costa e Porto União e que não estão medindo esforço para desvendar o crime.
O delegado acredita que seja um crime passional - movido por sentimento - mas também trabalha com a hipótese de ser resultado de uma rixa antiga. Ele revelou que o direcionamento das investigações pode mudar para outro tipo de crime.
“Temos mais 30 dias para concluir o caso, mas se acharmos necessário, iremos solicitar ao Ministério Público um prazo maior. Já tomamos depoimentos de várias pessoas e também conseguimos autorização da Justiça para cumprir mandados de busca, o que deve ser feito no decorrer da investigação”, revela o delegado.
Yunes diz ainda que no laudo cadavérico consta que Giorgi foi morto com tiros de espingarda de grosso calibre, e que está incluso no inquérito.
Relembre o caso: Caçadorense é executado com quatro tiros






