Duas pessoas foram presas nesta terça-feira, 8, acusadas de tentativa de estelionato. Irivelto Alves de Oliveira, 19 anos, foi detido em uma loja de departamentos na avenida Barão do Rio Branco em posse de um cartão de crediário na loja, e mais um cartão de créditos do banco Bradesco e uma cópia da carteira de identidade em nome da vítima em que estavam efetuando compras no comércio da cidade.

De acordo com a delegada, Patrícia Cristina Fronza, na tarde de terça-feira, Irivelto e mais uma pessoa estavam em uma loja tentando efetuar compras de eletrodomésticos. Após escolherem o que queriam, Irivelto foi até o caixa para passar as compras e debitar no cartão da vítima.
Como os funcionários já estavam cientes da ação criminosa, acionaram a Polícia Militar e Irivelto e seu colega, cuja identidade não foi divulgada, foram presos em flagrante e encaminhados à Delegacia da Comarca de Caçador.
Patrícia comenta que manteve a identidade do segundo envolvido porque acredita que a sua participação na ação foi mínima, mas mesmo assim foi preso em flagrante pela participação.
A delegada relatou que Irivelto já havia feito compras em três lojas diferentes, onde comprou dois notebooks e uma TV de plasma. Diz ainda que ele estava em liberdade provisória expedido no dia 27 de abril, pois ele cumpria pena por furto.
Ainda de acordo com a delegada, Irivelto esteve no Instituto Geral de Perícias de Caçador (IGP) para expedir a segunda via da carteira de identidade da vítima, o que não foi possível graças ao banco de digitais do IGP que está ativo.
Ela relata que as digitais não fecharam e com isso, o funcionário do órgão foi até a Delegacia e registrou um boletim de ocorrência.
“Irivelto e seu amigo foram presos em flagrante por tentativa de estelionato. Já as outras compras e a falsidade ideológica serão apuradas através de um inquérito policial aberto para investigar todos os crimes posteriores”, explica Patrícia. Após prestarem depoimento os dois foram encaminhados ao Presídio Regional de Caçador, onde permanecem à disposição da Justiça.
A vítima do estelionato, de que estavam usando o nome, teve sua casa invadida por bandidos no início de abril, quando seus documentos e cartões foram levados. Dias depois começaram os crimes.





