Estiveram em Caçador na tarde desta quinta-feira (21), juntamente com o governador Raimundo Colombo, o Comandante Geral da Polícia Militar de Santa Catarina, Nazareno Marcineiro e o Delegado Geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D ávila. Ambos reuniram-se com autoridades relacionadas a cada departamento de segurança.
D ávila visitou a delegacia de Caçador pela segunda vez neste ano. “Dentro da atribuição da Polícia Civil detectamos as necessidades e recebemos os pedidos da região. A partir de agora o governo passa a ter essas prioridades para serem atendidas”, disse.

O delegado geral, em reunião com o efetivo local da Polícia Civil, voltou a ressaltar a importância da visita para ouvir “de quem vive o dia a dia da polícia”, para saber as reais necessidade no trabalho. D ávila afirmou que a falta de efetivo é um problema encontrado em todo Estado.

“Já temos um aceno positivo do governo para a contratação deste último concurso de 602 novos policiais civis. Isso não resolve o problema, pois temos 402 delegacias em toda Santa Catarina, mas ameniza. Segundo ele, Caçador teve um incremento de delegados neste começo de ano e agora as prioridades na região serão os municípios de Santa Cecília e Lebon Régis.
Polícia Militar
O Comandante Geral da Polícia Militar de Santa Catarina esteve reunido com representantes do 15º Batalhão de Polícia Militar de Caçador, onde conheceu a estrutura do batalhão e também ouviu as necessidades atualmente existentes na região.

“Estou acompanhando a equipe de governo, nesta busca pelo interior do estado, de informações para fazer as melhorias que se fizerem necessárias, principalmente na segurança pública” comentou Nazareno.
O assunto efetivo também foi abordado pelo comandante geral. “Trago a notícia que os 465 novos policiais que estão em fase de conclusão de curso no Centro de Ensino da Polícia Militar na Capital, aproximadamente 40 policiais virão para a sede da 10° Região, que é em Joaçaba, e ao complementar as atividades uma parte virá para Caçador”.
Nazareno disse ainda que ao assumir o Comando Geral, montou um planejamento sustentado em alguns princípios, e que o primeiro dele é de que a polícia existe para proteger as pessoas, seus patrimônios, as ruas onde elas transitam e os locais onde freqüentam.
“Para que isso aconteça da melhor forma é preciso que sejam protegidos também os integrantes da PM, dando-lhes boas condições de trabalho, equipamentos apropriados para que eles possam desenvolver o trabalho e uma recompensa digna correspondente pelo trabalho que executa”, conclui.





