As irmãs Édina e Maristela Batista dos Santos foram presas e conduzidas ao Presídio Regional de Caçador nesta sexta-feira, 7. Elas vão responder por tentativa de latrocínio (matar para roubar). A pena pode chegar a 30 anos, segundo o delegado Luiz Antônio Piazzon.
O crime em questão foi cometido no dia 15 de abril deste ano. As irmãs saíram estavam em uma casa noturna e pegaram carona com um representante comercial. Elas ludibriaram o homem e foram até uma estrada do interior. No local a dupla anunciou o assalto e tentou matar a vítima usando um arame, mas ele conseguiu fugir. As criminosas ainda atearam fogo no carro da vítima.
Édina e Maristela foram detidas no dia 28 de abril, depois de serem reconhecidas pela vítima quando estavam num bar no Centro. O representante comercial comunicou a Polícia e as irmãs foram liberadas depois de prestarem depoimento na Delegacia.

Maristela

Édina
As investigações prosseguiram por parte do setor de inteligência da Polícia Civil. Além do reconhecimento da vítima e de duas testemunhas que afirmaram ter visto as mulheres saindo com o representante comercial da casa noturna, imagens de um posto de combustível foram determinantes para elucidar o crime.

O mandado de prisão das acusadas foi concedido na quinta-feira, 6, pela Justiça e as irmãs foram presas em casa. O delgado acredita que mais pessoas tenham envolvidas no crime e por isso as investigações continuam.
Mesmo com as provas, Édina e Maristela continuam negando as acusações. “Temos 12 dias para encaminhar o inquérito ao Poder Judiciário, e teremos condições nesta semana de apurar toda a responsabilidade de uma e de outra”, finaliza o delegado.
ENTENDA O CASO
Homem é assaltado por duas mulheres e tem o carro incendiado
Acusadas de terem roubado representante e ateado fogo em carro são presas





