4 de outubro de 2026
Crime

Acusadas de terem roubado representante e ateado fogo em carro são presas

Duas irmãs foram conduzidas à Delegacia de Polícia na noite desta quarta

Por Caçador Online

Duas mulheres, acusadas de terem roubado um representante comercial e ateado fogo no seu carro há cerca de 15 dias, foram presas na noite desta quarta-feira, 28. As irmãs Édina e Maristela Batistas dos Santos, negaram a autoria do crime. Elas foram liberadas, mas poderão ser conduzidas ao Presídio nas próximas horas.


Maristela


Édina

A diarista Maristela contou que até esteve na danceteria Opera House, local onde Ademar, o representante comercial, afirmou ter encontrado as duas. “Eu estava lá nesse dia, mas fiquei sabendo apenas depois, pelas notícias veiculadas, do roubo. Eu nunca iria fazer uma coisa dessas. Juro pelo meu filho pequeno”, disse na delegacia.

Ela ainda afirmou várias vezes que não cometeu crime algum e que nem conhecia o representante comercial. Além disso, Maristela disse que estava acompanhada na danceteria, juntamente com a sua irmã, que também estava acompanhada. Maristela foi reconhecida pela vítima em um bar do centro de Caçador e foi levada para a Delegacia.

A sua irmã, Édina, contou que estava em frente à Opera, quando foi abordada por policiais e também encaminhada para a Delegacia. “Eu não conhece esse homem, nunca vi na minha frente. Também não devo nada para a justiça, nunca tive passagem e sou inocente neste caso”, afirmou.

Quanto ao que estava fazendo no dia do crime, Édina diz não lembrar. “Se conseguirem provar algo contra mim, a justiça será feita e eu terei que pagar”, acrescentou.

O delegado Arlton Zanela´tto explicou que a vítima reconheceu as duas irmãs no momento em que as viu. “Ele garantiu que tratava-se das pessoas que cometeram o crime contra ele. Isso aconteceu de uma forma muito direta e não iria fazer isso, acusando pessoas se não tivesse realmente certeza”, confirmou o delegado.

Quanto aos depoimentos das acusadas, Zanelatto afirmou que são evasivos, negando a autoria, mas que vai prevalecer a versão da vítima. “O caso está sendo conduzido pelo delegado Carlos Evandro Luz, mas como estou de plantão, tomei os depoimentos. Acredito que ele deverá pedir a prisão preventiva das duas acusadas, baseado nas provas que temos até agora”, finalizou.

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