Iniciou às 9h15min desta terça-feira, 28, no Fórum da Comarca de Caçador, a Audiência de instrução e julgamento do empresário Frank Alain Fernandes de Lima e de Thiago Quadros de Moura, presos em flagrante com drogas em fevereiro deste ano. A sessão era para acontecer dia 27, mas foi suspensa após alegação da defesa de Franck que ele não havia sido citado.
Sob a presidência do juiz Fernando Speck de Souza e com a participação do promotor Rodrigo Silveira de Souza, a audiência está analisando depoimentos dos envolvidos e testemunhas. Se fazem presentes os advogados de defesa de Franck, Cristiano Zanchi e Paulo César Schacker, e o advogado de Thiago Quadros, Édson de Souza Carneiro. Não há previsão de término da sessão e a expectativa é que seja suspensa para continuar em outra data.
Segundo informações do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, os advogados de Frank solicitaram o seu retorno ao Presídio Regional de Caçador, já que o mesmo havia sido transferido para Xanxerê, a fim de garantir sua integridade física e a ordem dentro da unidade prisional. Sobre este caso o Juiz permitiu o retorno de Franck mediante alegação do atual diretor do Presídio de que a periculosidade que ele estaria submetido foi cessada.
Já o advogado de Thiago Quadros de Moura solicitou que neste caso os dois sejam mantidos em celas e alas separadas. O representante do Ministério Público, promotor Rodrigo Silveira de Souza, ponderou que Frank deve receber tratamento igualitário aos demais detentos para evitar descontentamentos.
A Audiência está acontecendo com portas fechadas e sem a permissão de acompanhamento por parte da imprensa.
Em entrevista após o caso, o advogado Cristiano Zanchi afirmou que a droga, pontos de LSD e comprimidos de ecstasy, pertenceria a Thiago de Quadros que estava de carona com Frank vindo de Balneário Camboriú. Já o advogado de Thiago, segundo informações não oficiais, estaria afirmando o contrário.





