A Polícia Ambiental de Caçador está realizando operações para coibir a caça de animais silvestres na região. O número de denúncias desta natureza está acima da média e a PM encontra dificuldades na fiscalização. "O efetivo (cinco policiais ambientais) não é suficiente para atender a grande área de florestas que abrange seis municípios da nossa circuncisão", afirma o Soldado Miguel de Oliveira Lima.
Segundo Oliveira, na medida do possível a Polícia tem verificados denúncias nas matas. "Sempre que possível vamos verificar as denúncias no local, mas o ambiente da floresta dificulta o trabalho, pois qualquer aproximação pode ser ouvida pelos caçadores e além disso eles estão armados e conhecem os meios de fuga", explica.
Um local que tem recebido com frequência a visita dos caçadores é a Floresta da Epagri. "Foi solicitado pela Administração da Epagri e pelo Ministério Público que seja intensificada a fiscalização na Epagri. Estamos agindo dioturnamente neste local", comenta o soldado.
Em caso de flagrante, o caçador vai responder por crime ambiental, podendo ainda ser enquadrado no porte ilegal de arma e invasão de propriedade. O caçador flagrado deve assinar Termo Circunstanciado e Boletim de Ocorrência Ambiental, por estarem enquadrados no Artigo 29, parágrafo 4º, Item III e V da Lei Federal nº 9.605/98 e Art 11 do Decreto Federal nº 3.179/99, com pena prevista de detenção de seis meses a um ano e, multa de R$ 500,00 por unidade de caça.





