O juiz Marco Aurélio Guizi Machado e o promotor Rodrigo Silveira de Souza deram orientações, na tarde desta segunda-feira, 22, aos eleitores e candidatos de Caçador e região, em entrevista na rádio Caçanjurê.

Salientando a segurança e agilidade das urnas eletrônicas, eles explicaram que não existe possibilidade de fraude e que os eleitores podem ficar tranqüilos, já que ninguém pode saber para quem foi o voto.
Além disso, o juiz Marco Aurélio salientou que os mesários que faltaram à reunião para definições a respeito do pleito, estão sendo convocados pessoalmente para comparecer a um novo encontro no dia 27 deste mês. “Teremos a presença de alguns novos, que substituem aqueles que apresentaram justificativa e daqueles que não foram informados em tempo, devido a uma falha dos correios”, salienta.
O promotor Rodrigo ainda comentou que “os eleitores estão sendo bem conscientizados e o que se espera é que eles não vendam o seu voto”.
Denúncias
A respeito das denúncias, o juiz Marco Aurélio relatou que elas sempre existem. “Todas as que aparecem são julgadas. Temos aqui, algumas relacionadas a propaganda irregular e placas”, salienta.

Sobre um documento espalhado na cidade, afirmando que existe um candidato com processos na Justiça, o juiz salientou que “quando o registro foi feito, a ficha tem que se apresentar limpa e que em Caçador, não houve nenhum problema com algum candidato que tivesse limitação”.
“Por isso o Ministério Público não tomou nenhuma providência em relação a este processo. No momento da inscrição, juntamos as certidões de precedentes e nada foi constatado”, completa.
Mudança de local de votação
O juiz Marco Aurélio ainda orientou sobre a mudança para os eleitores que votam no Paulo Schieffler. Como a escola está em obras, as urnas serão transferidas para a nova ala da UnC. “Pedimos para que os eleitores se dirijam até lá então, que as suas sessões estarão montadas naquele local”, afirmou.
Justificativa
A respeito das pessoas que justificarem o voto, o juiz salienta que é tolerado para todos aqueles que não estão na sua zona eleitoral. “A pessoa pode ir a qualquer urna ou ao cartório e justificar a ausência. Isso pode ser feito quantas eleições forem necessárias”, garante.
Abuso do poder político
Com relação ao abuso do poder político, o promotor Rodrigo afirmou “que isso não será tolerado”. “Os candidatos que pensam que podem usar desse poder político vão se dar mal”, afirmou.





