A forma como está sendo feito o asfaltamento do Parque Central foi questionada na sessão desta terça-feira, 13 da Câmara. Baseado nas explicações do engenheiro da CBB Indústria de Comércio de Asfaltos, Luiz Henrique Teixeira, o vereador Gilberto Comazzetto indagou sobre os trabalhos com chuva.
“Trata-se de um asfaltamento a quente e o que o engenheiro deixou bem claro, naquele dia, é que a água é o pior inimigo, diminuindo a vida útil da pavimentação”, afirmou, salientando o fato de que os trabalhos estão sendo realizados com um tempo chuvoso. “Quanto tempo vai durar esta pavimentação”, indagou o vereador.
Na sua explicação, Teixeira disse ainda que o tempo de duração de uma pavimentação asfáltica depende muito da qualidade do trabalho que foi executado. “São diversas etapas e todas elas têm que estar bem feitas”, assinalou Teixeira, afirmando que nas cidades, como o fluxo de veículos é menor que nas rodovias, o tempo de duração tem que ser de mais de 30 anos.
“Isso não está acontecendo aqui e mostra que o dinheiro público está sendo jogado fora”, destaca Comazzetto, salientando a condição de pavimentações novas, em bairros, que já estão cheias de buracos.
Além disso, o vereador afirmou que estão pintando algumas ruas, mesmo com chuvas. “Isso é desperdício de dinheiro ou eles têm uma tinta super especial”, acrescenta.
“Estão fazendo tudo ao contrário do que um técnico disse e, o pior, no dia da explicação, estavam presentes vários servidores da Secretaria de Infra-estrutura”, enfatiza Comazzetto.





